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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Invenções malucas em exposição

Umas botas que mais parecem uns troncos de árvore e não saem do sítio, frascos cheios de sons da história e um esquilo que perde literalmente a cabeça, são algumas das invenções de alunos que se encontram expostas numa escola de arte em Nova Iorque.

Numa exposição onde o impossível não é impedimento, encontram-se expostos projectos de estudantes de artes, onde se associa a criatividade às novas tecnologias, exibindo estranhas invenções.

É o caso de umas botas que parecem uns troncos de uma árvore, mas não saem do sítio. Permitem, no entanto, manter a ligação à natureza.

«Quando os meus pés estão bem assentes, há uma vibração na base que se sente nos pés. Quando me inclino, fazem o som de árvores a ranger ou prestes a cair», disse Michelle Mayer, autora desta invenção.

Ao lado desta invenção, um expositor coloca à disposição dos visitantes, um conjunto de frascos cheios de sons da história.

Desde as ilhas Galápagos, de 1830, a sons do mercado do norte de Londres na década de 1970 ou até mesmo sons do mercado de peixe da Catânia, de 1700, tudo isto em frascos.

O segredo está num circuito electrónico, com uma bateria e colunas de som no interior dos recipientes.

Mais estranho ainda

Além disto, há ainda um esquilo, cuja cabeça se destaca do corpo, um robot que pinta quadros e um teclado de computador feito de lama.

Alexandre Reeder, um dos estudantes, mostra ainda a possibilidade de podermos andar com um anel onde colocamos aromas capazes de impressionar os sentidos de alguém.

«Imagine daqui a 20 anos fazer um cocktail e colocá-lo num anel e fazer alguém mudar de atitude em relação a si», indagou o estudante.

Estas e outras sugestões criativas são deixadas ao alcance dos sentidos daqueles que visitem a exposição de invenções e aparelhos electrónicos em Nova Iorque.



Fonte


quinta-feira, 7 de maio de 2009

Exposição que mostra sexo com cadáveres gera polémica

O anatomista alemão Gunther Von Hagens, conhecido pelo uso de cadáveres na concepção de obras de arte, voltou a levantar polémicas. Hoje inaugurou em Berlim uma exposição sobre o Ciclo da Vida, na qual está incluída uma cena de sexo entre cadáveres

A exposição – “O Ciclo da Vida” - é composta por mais de 200 cadáveres, que foram submetidos a um processo de conservação desenvolvido por Von Hagens, e retrata a vida humana nos seus mais diversos estágios. Para os retratar, do nascimento à velhice, utiliza cadáveres de recém-nascidos, adultos e pessoas idosas.

Mas foram os dois cadáveres de um homem e de uma mulher que simulam uma cena de sexo que mais despertou as críticas e gerou polémicas. Um professor de Teologia Rainer Kampling, da Universidade Livre de Berlim, perante aquela parte da exposição limitou-se a afirmar que «aquele acto sexual mostra que não há mais limites».

A Igreja Católica tem sido das que mais tem criticado a exposição, como de resto já o fez em muitas outras que já passaram por diversos países.

O anatomista limitou a rebater todas e quaisquer críticas de que estaria a promover a pornografia e rompendo códigos éticos. «Esta exposição mostra tudo, desde o nascimento até à morte. Morte e sexo são temas tabus. Eu coloco os dois juntos. A morte faz parte da via, e sem sexo a vida não existe», contrapôs Von Hagens.

Fonte

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Máquina que faz água é novidade na Exposição de Londrina

Empresa mineira investe na fabricação de água potável por meio de compressão e condensação do próprio ar.

Divulgação/SRP - A água produzida pela máquina, na opinião de quem provou, é mais leve que o produto convencionalNo setor industrial da 49 ExpoLondrina, além de gigantescos tratores e colheitadeiras, é possível conhecer (e provar) a incrível máquina que faz água. Não, não é coisa do futuro ou enganação. A máquina batizada de H20 Pure funciona mesmo e faz água por meio de um processo de compressão e condensação do próprio ar, baseada na tecnologia utilizada para transformar a umidade do ar em água potável.

Invenção de engenheiros mineiros, a máquina é distribuída pela empresa Idéia e Soluções - tecnologia em vendas, que está com um estande na exposição. A reportagem da FOLHA provou a água produzida pela máquina e sentiu inclusive mais leveza na consistência do líquido, em relação às demais águas convencionais. A máquina de água, fabricada em Cambuí (MG), tem o tamanho de um refrigerador médio, custa R$ 6.000,00 e pode ser paga em até dez parcelas sem juros. Por dentro, há um filtro de ar que tira as partículas sólidas suspensas no ar. Depois do primeiro filtro, as partículas de ar são suprimidas, vaporizadas e condensadas e o resultado é a produção de água.

As partículas se transformam em um ''ponto de orvalho''. Esses pontos vão sendo armazenados em um tanque de 2,5 litros. Quando cheio, a água passa por três filtros de carvão ativado e pela incidência de raios ultravioletas para ser purificada. O reservatório de 25 litros, quando cheio, tem um sensor de nível e liga automaticamente uma luz vermelha como indicativo de que a água está pronta. A máquina produz em média quatro litros de água por hora e fornece como capacidade máxima cinco litros de água gelada e 20 litros de água a temperatura natural.

''São realizados testes constantes e a máquina possui uma grande gama de certificação, como o selo do Inmetro e aprovação da UL, uma certificadora do Inmetro que atesta que os padrões foram seguidos'', explica a bióloga Mariane Menusier, responsável pela pureza da água produzida. A máquina consome em energia elétrica o equivalente a um eletrodoméstico comum na função stand by. ''Podemos estar em Brasília com uma baixa umidade relativa do ar que a máquina continuará funcionando'', comparou a bióloga. ''A produção normal da máquina é facilmente alcançada com a temperatura em torno de 18 graus Celsius e com 40% de umidade relativa do ar, conforme testes analíticos emitidos pela CETESB, Falcão Bauer, SGS, Sesi e Cetec'', garantiu.

O diretor executivo da empresa, Douglas Roxo, conta que foram vendidas duas máquinas durante a Expo, mas a expectativa é que sejam efetuadas cerca de 30 vendas. ''As pessoas tem uma primeira reação de estranhamento, demoram a acreditar que não há canos ou tubulações'', comentou Roxo. Segundo ele, pelo custo, a máquina tem como público alvo as classes A e B, principalmente sendo direcionada aos mercados coorporativo e governamental. ''No próximo semestre, vamos lançar uma máquina residencial, a custo mais acessível'', garantiu Roxo, que não quis adiantar os custos.

Laila MenechinoEspecial para a FOLHA

Folha de Londrina