Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Brasil e mais 9 países saem de acordo pró-aborto da ONU



Conferência fala sobre medidas de controle populacional Foto: EFE/Edwin Álvarez Toro controle populacional falava em “direitos sexuais e reprodutivos”

Nesta quinta-feira (14), dez países se desligaram do acordo da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, que pede controle populacional. Uma das medidas do documento é a manutenção de “direitos sexuais e reprodutivos”, que permitiria o aborto.PUBLICIDADE
Os Estados Unidos foram o primeiro país a se manifestar contra o tratado.
– Não há um direito internacional ao aborto. Na verdade, as leis internacionais dizem, de forma clara, que todo mundo tem direito à vida – defendeu a representante dos Estados Unidos, Valeria Huber.
As dez nações então assinaram um manifesto comum que rejeita “referências a documentos internacionais com termos e expressões ambíguas, tais como direitos sexuais e reprodutivos, que não têm um consenso internacional”




Conferência fala sobre medidas de controle populacional Foto: EFE/Edwin Álvarez Toro

Os países são: Brasil, Estados Unidos, Hungria, Polônia, Belarus, Egito, Senegal, Uganda, Haiti e a ilha caribenha Santa Lúcia. Entre as críticas está a recusa em apoiar o que consideram “uma educação sexual que não consegue manter os pais envolvidos e promove o aborto como uma forma de planejamento familiar”.
A Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento promove uma cúpula nesta semana em Nairóbi, no Quênia. Muitos temas abordados desde terça-feira causaram controvérsia com grupos ultraconservadores e religiosos.
Eles envolvem a igualdade de gênero, o direito ao aborto, os direitos sexuais das pessoas com necessidades especiais, o planejamento familiar, a violência machista, entre outros
Pleno.News

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PNDH-3 - O lado sombrio dos direitos humanos oficializado pelo Governo Brasileiro


Uma Analise detalhada sobre o PNDH-3, o projeto que pretende legalizar a prostituição, o aborto, executar um desarmamento da população, a perda do direito de propriedade e proibir simbolos religiosos.

Para baixar o Documento PNDH-3 Clique Aqui

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4


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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Iniciativa de controle populacional em Copenhaga vindo da ONU

By LifeSiteNews
Patrick B. Craine
LONDRES, Inglaterra, 11 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Logo antes da conferência sobre “mudança climática” em Copenhagen, Dinamarca, neste mês, o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) divulgou seu relatório anual Situação da População Mundial 2009, em que se reivindicou a redução da população no interesse do meio-ambiente. O relatório é mais uma confirmação das afirmações feitas por líderes pró-vida de que a atual campanha ambientalista está sendo usada para avançar uma agenda contra a vida.
“O rápido crescimento populacional e industrial levaram a um aumento rápido em emissões de gás estufa”, declara Thoraya Obaid, diretora executiva do FNUAP. “Chegamos agora a um ponto em que a humanidade está se aproximando da beira do desastre”.
O relatório do FNUAP, intitulado Enfrentando um Mundo em Mudança: Mulheres, População e Clima, foi divulgado em 18 de novembro, poucas semanas antes da conferência mundial em Copenhagen. De acordo como Piero A. Tozzi, do C-FAM, o FNUAP usou o relatório para conectar as atuais preocupações do clima com o enfoque do FNUAP em “direitos reprodutivos”.
“Os críticos vêem o relatório como um tentativa sutil de tirar proveito das preocupações ambientais a serviço do controle populacional”, acrescentou Tozzi.
“A universalização do acesso à saúde reprodutiva”, declara o relatório, “ajudaria alcançar objetivos de saúde e desenvolvimento enquanto também contribuiria para a redução da fertilidade, que por sua vez ajudaria a reduzir as emissões do gás estufa em longo prazo” (9).
Tozzi indica que o relatório dá uma “citação favorável” ao secretário de ciência de Obama, John Holdren, que os críticos, diz ele, viram “como indicando abertura para medidas coercivas”. Holdren se descreve como “neo-maltusiano”, que expressou abertura para com radicais políticas de controle populacional, tais como aborto forçado e misturar agentes esterilizantes na água de beber da população.
Apesar disso, o relatório explicitamente critica o controle populacional imposto por governos, reivindicando em vez disso maior “acesso” a serviços de “saúde reprodutiva”, que eles dizem acabarão levando a índices mais baixos de fertilidade.
O controle populacional, diz o relatório, “no sentido de ordens e metas governamentais nos níveis de fertilidade, não tem lugar na moderna elaboração de políticas públicas baseadas em direitos” (67). Eles defendem, por outro lado, políticas públicas que permitam que as mulheres “decidam por si se e quando ter filhos e decidam em boa saúde”.
“As pesquisas demográficas têm demonstrado por décadas que quando as mulheres e seus parceiros tiram vantagem de serviços de planejamento familiar enfocados no cliente, a fertilidade cai”, declara o relatório.
A versão do FNUAP de permitir que as mulheres “decidam por si”, porém, pareceria envolver doutrinação em sua mentalidade abortista e contraceptiva. O relatório observa que tais serviços de “planejamento familiar” têm a especialidade de reduzir a fertilidade quando combinados com “educação para meninas”.
Aliás, em junho, o FNUAP divulgou um novo documento junto com a UNESCO reivindicando educação sexual explícita, que lidaria com sexo, questões “reprodutivas” e “de gênero”, para todas as crianças do mundo acima de cinco anos de idade. O documento pretendia adotar uma “abordagem baseada em direitos”, inclusive “direitos sexuais e reprodutivos” e o “direito e acesso ao aborto seguro”.
O relatório comenta que a conexão entre clima e população foi levantada antes de Copenhagen, apontando especificamente para uma proposta da União Européia “de que as tendências populacionais estão entre os fatores que devem ser levados em consideração ao se estabelecer metas da mitigação do gás estufa” (20).
O controle populacional, aliás, se tornou uma questão importante na conferência de Copenhagen, depois que a delegação da China levantou a questão. De acordo com Zhao Baige, vice-ministro da Comissão Nacional de População e Planejamento Familiar, “Mudanças populacionais e climáticas estão entrelaçadas, mas a questão populacional tem permanecido um ponto cego quando os países discutem maneiras de mitigar mudanças climáticas e reduzir o aquecimento global”.
O FNUAP tem, aliás, sido cúmplice do regime de controle populacional da China. Novas evidências divulgadas neste verão documentaram as contínuas práticas coercivas que estão ocorrendo nos seis “condados modelos” do FNUAP na China. Essas práticas incluem abortos forçados e prisão de mulheres grávidas.
Veja o relatório Situação da População Mundial de 2009 do FNUAP.

Menteconservadora


sábado, 8 de agosto de 2009

Bento XVI propõe uma reforma confusa da ONU

Segundo o site oficial de notícias do Vaticano Zenit (link no final), Bento XVI pediu a reforma da ONU em sua nova ENCÍCLICA CARITAS IN VERITATE no capítulo 67. O site Zenit não forneceu aos seus leitores detalhes sobre esse parágrafo que são de extrema importância.

Bento XVI se apresenta novamente confuso entre qual ideologia ele deve seguir (Illuminatis ou Bahá’is). No parágrafo 67 Bento propõe um parlamento mundial que ajunte para si todos os povos (Habacuque 2:5) :

67. Perante o crescimento incessante da interdependência mundial, sente-se imenso — mesmo no meio de uma recessão igualmente mundial — a urgência de uma reforma quer da Organização das Nações Unidas quer da arquitectura económica e financeira internacional, para que seja possível uma real concretização do conceito de família de nações(…). Isto revela-se necessário precisamente no âmbito de um ordenamento político, jurídico e económico que incremente e guie a colaboração internacional para o desenvolvimento solidário de todos os povos.

Até aqui, o pensamento do Papa (o falso profeta) está de acordo com as ordem deixadas por Baha’u’llah (Habacuque 2:5) em sua epístola descrita abaixo:

LAWH-I-MAQSÚD – (Epístola de Maqsúd) – “O Grande Ser(..) escreveu: Há de vir o tempo em que se compreenda universalmente a necessidade imperiosa de se convocar uma vasta assembléia de homens – assembléia essa, que a todos abranja. Os governantes e reis da terra, devem forçosamente, assisti-la e, participando de suas deliberações”


Mas o que a ONU acatou foi parte do discurso de Bento realizado no ano de 2008 que fala sobre o direito de proteger. Essa prática de recolher sugestões de pessoas famosas para um posterior processo de consulta é muito comum pela ONU, pois isso também é um dos mandamentos de Baha’u’llah para o seu futuro parlamento mundial.Mais adiante, e na mesma epístola LAWH-I-MAQSÚD, ele ordena aos governante da terra que usem o seu processo de consulta multilateral divina para uma suposta resolução dos problemas da humanidade:

“O Grande ser escreveu: (…) Incumbe a todas as nações nomearem alguns homens de entendimento e erudição para se reunirem e, mediante consulta (…)”

Mas quando Bento parece se inclinar para o reino de Abhá, seu coração muda para as práticas iluministas de David Rockefeller (a babilônia americana). Nesse discurso ele defende a ONU como uma policia mundial. Segundo o Papa, compete a ONU proteger o direito humano e de proteger, se é que isso existe, dos civis, ou seja, a ONU se transformaria em uma polícia global que é exatamente as intenções de David Rockefeller. Abaixo segue um trecho da notícia que fala sobre isso:

““…Para este debate dedicado às vítimas dos conflitos e à responsabilidade dos Estados e da ONU de proteger a população, a Assembléia quis levar em consideração, entre outros, o pensamento de Bento XVI sobre a necessidade de que a comunidade internacional proteja os direitos..”

A comunidade internacional, a qual Bento se refere, é controlada pela comissão trilateral (EUA/União Européia/ Japão).

Bento continuará deixando os católicos confusos até que ele receba a intercessão da Rainha dos Céus através de uma aparição para auxiliá-lo em suas decisões. Ele declara isso no último parágrafo da encíclica:

79.” …Que a Virgem Maria(…) com a sua intercessão celeste, a força, a esperança e a alegria necessárias para continuarmos a dedicar-nos com generosidade ao compromisso de realizar o desenvolvimento integral do homem todo e de todos os homens.”

Sem uma aparição da Rainha dos Céus, o Papa (seja quem ele for) jamais obedecerá integralmente os mandamentos de Baha’u’llah ou rasgará o véu illuminati como descrito na epístola abaixo; que diz:

“ O Papa! Rasgue os véus (…) cabe por tanto proclamar Baha’u’llah, o esplendor da autoridade do seu senhor (…)-
Kawh in Pap
- Baha’u’llah

Referencias:

http://www.zenit.org/article-22078?l=portuguese

http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/167182.html

http://www.zenit.org/article-22257?l=portuguese

Fonte

sábado, 27 de junho de 2009

Reunião sobre crise financeira da ONU termina dividida e sem rumo

Resumo: Mais uma vez a consulta divina multilateral não chega a nenhum resultado prático. O governo iluminista dos EUA (Ap 17:4) não aceita o futuro sistema bahaista da Assembléia Geral da ONU (Ap 17:16) como fórum mundial (Habacuque 2:5). Muitos países (como o Irã), organizações não governamentais e sindicados ficaram de fora. Por outro lado, a conferência foi um passo para uma maior participação da ONU e do ECOSOC, onde a comunidade Bahá’i presta consultoria e poderá cuidar da espiritualização dos governantes: “A Ordem Mundial de Bahá’u'lláh liberou estas forças e continuará, em Sua sabedoria inescrutável e por seu poder onipotente, a moldar e dirigir o curso deles para a glória, a emancipação final, e o reconhecimento absoluto de Sua Fé.” (Shoghi Effendi- A Ordem Mundial de Bahá’u’llah)

Notícia:

Encontro da ONU pede reforma financeira; EUA criticam

NAÇÕES UNIDAS (Reuters) – Um encontro da ONU sobre a crise financeira mundial adotou nesta terça-feira propostas de reforma do sistema financeiro mundial, mas os Estados Unidos disseram que a entidade não tem autoridade para ordenar mudanças.

Depois de meses de negociações, mais de 140 países-membros da Assembléia Geral da ONU aprovaram por consenso uma resolução de 15 páginas repleta de generalidades, mas que inclui um chamado pelo aumento do envolvimento da ONU na elaboração de políticas econômicas globais.

“Hoje estabelecemos nosso consenso mundial sobre as respostas à crise, priorizamos as ações necessárias e definimos um papel claro para as Nações Unidas”, diz o texto.

“Estamos fazendo isso no interesse de todas as nações para alcançar um desenvolvimento mais inclusivo, equilibrado, justo e orientado para o desenvolvimento, e para o desenvolvimento econômico sustentável que ajude a superar a pobreza e desigualdade”, assinala a resolução.

Como era esperado, um membro da delegação norte-americana leu um comunicado no qual os EUA se distanciam de trechos do documento, incluindo os referentes a medidas para reforma dos órgãos financeiros como Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial.

“Nosso firme ponto de vista é que a ONU não tem a perícia ou o mandato para servir como fórum para diálogo significativo ou apontar direção em questões como sistema de reservas e as instituições financeiras internacionais”, disse o enviado dos EUA John Sammis no encontro.

Entre outros pontos, a resolução pede maior representação de países em desenvolvimento e maior equilíbrio entre os sexos no FMI e Banco Mundial.

A resolução diz que alguns países solicitaram um “sistema de reservas mais eficiente”. O texto também pede novos estudos sobre a possibilidade de substituição do dólar norte-americano pelos Direitos Especiais de Saque do FMI (SDRs) como a unidade principal de reserva monetária. Tanto a Rússia como a China deram apoio à proposta de uso dos SDRs como reservas.

Sammis rejeitou a ideia de que a conferência de três dias tenha dado um mandato à ONU para consertar o sistema financeiro e instituições como o FMI e Banco Mundial.

“As instituições financeiras internacionais têm estruturas de governo…que são independentes das Nações Unidas” e somente poderiam ser modificadas por seus conselhos de governança e acionistas, disse ele.

“DEFICIÊNCIAS”

Diplomatas do grupo dos 77, que reúne países em desenvolvimento, se queixaram de que o documento final é decepcionante, mas disseram ser positivo o fato de tratar de todos os assuntos essenciais.

O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, declarou a repórteres que a resolução provou ser “possível para as Nações Unidas, para seus 192 países, ter uma discussão séria e racional sobre a crise internacional”.

Um delegado venezuelano afirmou no encontro que a resolução tem “grandes deficiências”, acima de tudo seu fracasso em determinar um papel preciso para a ONU na economia mundial.

Organizações não-governamentais que se concentram no combate à pobreza no mundo apoiaram a ideia de maior envolvimento da ONU na economia global, mas disseram que a declaração é inadequada.

O Global Social Economy Group (ou GSEG), uma organização que representa mais de 200 sindicatos, movimentos sociais e ONGs, afirmou em um comunicado que está “seriamente desapontado com o documento final produzido pelo evento”.

O GSEG disse que a declaração é pouco mais do que um apelo, sem a obrigatoriedade de ser cumprido, por medidas de estimulo fiscal mais fortes no mundo, efetivação das promessas de ajuda, alívio de dívidas e novas doações a países pobres.

Embora o encontro tenha sido chamado de cúpula, nenhum líder ocidental compareceu. Menos de uma dezena de presidentes e primeiros-ministros, na maioria latino-americanos e caribenhos, estiveram presentes. Os outros países enviaram delegados.

http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE55P0MQ20090626?pageNumber=3&virtualBrandChannel=0

Fonte


quinta-feira, 25 de junho de 2009

ONU inicia conferência sobre a crise financeira mundial

A Conferência das Nações Unidas sobre a Crise Financeira e Econômica Mundial , após ser adiada no início do mês por falta de consenso, finalmente terá início no dia 24 de junho de 2009.

O motivo do atraso da conferência são as clássicas brigas envolvendo países industrializados, desenvolvidos e em desenvolvimento que não chegaram a consenso algum. Mas esse é o papel que a ONU deve desempenhar por um bom tempo.

inwo united nation

Steve Jackson ilustrou muito bem o papel da ONU nessa carta do jogo illuminati, por exemplo: Os paises industrializados, representados pela moça no fundo da carta, só querem fazer observações e anotações; enquanto isso, países desenvolvidos e em desenvolvimento ficam brigando entre si.

A ordem Mundial de Baha’u’llah, tal como ele a concebeu (comunismo+capitalismo= Cooperação), ordena que os líderes mundiais sejam adestrados a conviverem em unidade e também a aplicarem o processo de consulta divina criado pelo mesmo (clique aqui para conhecer as 5 etapas da consulta divina de Baha’u’llah) , onde raramente se chega a uma conclusão satisfatória.

Para iniciar a pauta, deve-se apresentar soluções absurdas para crise como as do presidente da Assembléia Geral da ONU descrita abaixo:

A assembléia geral da ONU tem como presidente o padre comunista Miguel D’Escoto. Como autoridade máxima da Assembléia da ONU o padre Miguel apresenta a seguintes soluções: 1) A criação de uma série de instituições globais comunistas como: Ministérios dos Impostos Globais, Fundo de estimulo Global, Ministérios de Bens públicos Global; 2) A criação do G192 que seria composto pelos 192 países membros da ONU. Com isso, podemos concluir que os países que não assinaram a carta da ONU ficariam de fora. Essa notícia que se espalhou pela internet e deixou os ativistas de direita preocupados com a exclusão de outros países.

O Padre Manoel, que se diz um servo de DEUS, não está obedecendo nem as leis de Baha’u’llah e muito menos as da Bíblia. Baha’u’llah, em várias de suas epístolas, deixa bem claro que todos devem participar da sua assembléia mundial:

“..LAWH-I-MAQSÚD (Epístola de Maqsúd) “O Grande Ser, desejando revelar os requisitos da paz e tranqüilidade do mundo e do progresso de seus povos, escreveu: Há de vir o tempo em que se compreenda universalmente a necessidade imperiosa de se convocar uma vasta assembléia de homens – assembléia essa, que a todos abranja…”

E a Bíblia também diz o mesmo sobre o cristo cósmico que ajuntará ´para si todos e não alguns:

Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos. (Habacuque 2 : 5)

Obs. E isso inclui nossos líderes evangélicos brasileiros de todas as denominações que estão cada vez mais cegos.Na nova ordem mundial de Baha’u’llah nossos líderes evangélicos devem decidir se vão servir (muitos já estão) a ele ou não, pois ninguém pode servir a dois senhores como o Padre Manoel, enraizado com suas preocupações financeiras e comunistas:

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. (Mateus 6 : 24)

Referências:

http://www.telecinco.es/informativos/economia/noticia/973877/973877

http://www.midiasemmascara.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7562:-o-plano-para-o-governo-socialista-mundial&catid=111:movimento-revolucionario&Itemid=130

Fonte


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Bric tenta iniciar uma Nova Ordem Mundial

Após a reunião do Bric, os governantes pedem uma maior participação na ONU que se transformará no parlamento mundial de (Habacuque 2:5) e acham que conseguirão fazer alguma legislação financeira mundial através do processo de consulta:

“…O Grande Ser, desejando revelar os requisitos da paz e tranqüilidade do mundo e do progresso de seus povos, escreveu: Há de vir o tempo em que se compreenda universalmente a necessidade imperiosa de se convocar uma vasta assembléia de homens – assembléia essa, que a todos abranja(…)Os governantes e reis da terra, devem forçosamente, assisti-la e, participando de suas deliberações…”- epístola (Ezequiel 3:1) LAWH-I-MAQSÚD Baha’u’llah.

Notícia:

Ecaterimburgo, Rússia – As quatro maiores economias emergentes do mundo, que formam o bloco conhecido como Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), vão atuar de forma coordenada na reforma do sistema financeiro internacional. A decisão foi tomada hoje, ao término da primeira Cúpula do Bric, realizada em Ecaterimburgo, na Rússia.

A estratégia visará em especial a próxima reunião do G-20 (grupo formado pelas 20 maiores economias do mundo, representadas por 19 países desenvolvidos e emergentes e pela União Europeia), marcada para setembro, nos Estados Unidos, mas já será posta em prática no encontro do G-7 (grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo), no mês que vem, na Itália.

O anúncio da cooperação foi formalizado na declaração oficial do evento pelo presidente russo, Dmitri Medvedev. “Vamos coordenar o nosso trabalho. Vamos agir de uma maneira forte e permanente”, afirmou o chefe de Estado, referindo-se à agenda global de reforma do sistema financeiro.

Segundo Medvedev, os presidentes dos bancos centrais e os ministros das Finanças, de Energia e Agricultura dos quatro países do Bric farão encontros periódicos para organizar as estratégias comuns. Segundo ele, a cúpula de hoje dos líderes dos países do Bric deve criar condições para uma “ordem mundial mais justa“. Ele descreveu o encontro como “histórico”.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, ratificou o consenso. “Os Brics poderão agir de forma conjunta, sobretudo em termos financeiros.” Com informações da agência Dow Jones.

http://www.administradores.com.br/noticias/economias_dos_paises_que_compoem_o_bric_sao_muito_diferentes_diz_financial_times/23887/

Fonte

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Assembléia geral da ONU realizará discussão história sobre a crise financeira em junho

A cidade de Nova York, que foi escolhida por Baha’u’llah (Ap 17:8) para ser o parlamento mundial (Ap 13:1); do qual o seu filho Abdu’l’bahá criou os alicerces e “abençoou” finalmente se prepara para uma reunião histórica.

“Sua entrada portuária, suas pontes, prédios e largas avenidas são magníficos e belos. É realmente uma cidade maravilhosa. Como Nova Iorque teve todo esse progresso na civilização material, espero que também progrida espiritualmente no Reino e no Convênio(…)que esta cidade se torne a cidade do amor e daqui as fragrâncias de Deus sejam difundidas para todas as partes do mundo. Eu vim para isso. Rezo para que vós sejais as manifestações do amor de Bahá’u'llá…”(A paz universal- 11 DE ABRIL DE 1912 Palestra de Abdu’l’Bahá na Residência do sr. e sra. Edward B. Kinney Avenida West End, 780, Nova Iorque)

Crise econômica e financeira em discussão na ONU em junho de 2009

A cúpula, promovida pelas Nações Unidas para discutir a crise financeira mundial, é “oportuna e histórica”, afirma o Presidente da Assembléia Geral, Miguel D’Escoto.

“A presença de todos os representantes dos Estados-Membros é indispensável para que o encontro consiga atingir todo o seu potencial. Acredito sinceramente que se trata de uma oportunidade única que o mundo não pode deixar passar”.

Ele enfatizou que durante a Conferência de Alto Nível sobre a Crise Econômica e Financeira Mundial e seu Impacto no Desenvolvimento – que acontece entre 1º e 3 de junho – será produzido um documento que vai refletir o desejo dos Estados-Membros. “É preciso falar para as centenas de milhares de pessoas em todo o mundo que não existe nenhum outro fórum onde se possa expressar suas concepções, ainda que frequentemente existam divergências”.

“Tenho esperanças que seremos um instrumento para trazer tranquilidade para o mundo no meio de tanta ansiedade causada por diversas crises, mas principalmente pelo tumulto financeiro e econômico”, disse D’Escoto. ( http://rio.unic.org/index.php?option=com_content&task=view&id=1796&Itemid=73 )

Fonte

sexta-feira, 20 de março de 2009

ONU propõe controle internacional de taxas de câmbio

Notícia:

Um relatório divulgado nesta quinta-feira pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) recomenda que os ajustes nas taxas de câmbio dos países devem estar sujeitos a uma fiscalização multilateral, e que estas taxas não devem ser reguladas apenas pelo mercado.


O documento, intitulado The Global Economic Crisis: Systemic Failures and Multilateral Remedies (”A Crise Econômica Global: Falhas Sistêmicas e Remédios Multilaterais”, em tradução livre), recomenda que as mudanças nas taxas de câmbio nominais devem refletir as diferenças nos índices de inflação entre os países que praticam as transações.


Desta forma, afirma o relatório, as taxas de câmbio reais permanecerão constantes, permitindo uma competição justa entre os produtores de diferentes países e evitando os riscos potenciais da especulação.


“Arranjos multilaterais ou mesmo globais de taxas de câmbio são urgentemente necessários para manter a estabilidade global e para evitar o colapso do sistema de comércio global”, diz o documento.

O relatório afirma que a especulação monetária de curto-prazo contribuiu para intensificar o colapso de várias moedas com a crise financeira. Isto fez com que os efeitos da crise fossem muito mais graves em diversos países.


Especulação


O documento afirma que a desregulamentação do sistema financeiro internacional fez com que especuladores se aproveitassem das diferentes políticas monetárias dos países para conseguir lucros rápidos.


Isto fez com que alguns pegassem dinheiro emprestado em países com taxas de juros baixas e investissem em outros com taxas altas, o que gerava lucros em curto prazo e inflava de modo artificial o valor das moedas dos países onde este dinheiro era investido. Com a crise, no entanto, esta “bolha estourou”, provocando a desvalorização de diversas moedas.


Como exemplos, o documento cita a krona, moeda islandesa que perdeu 51% de seu valor em relação ao dólar no segundo semestre de 2008. Uma segunda onda de desvalorizações afetou também diversas outras moedas, como o real do Brasil, que perdeu 34% de seu valor.


Sistema multilateral


Para evitar estes efeitos desestabilizadores, o documento recomenda a extinção dos incentivos para a especulação de curto-prazo com as moedas.

Para isso, o Unctad propõe a criação de um novo sistema multilateral de administração das taxas de câmbio, que ligaria o que chama de “moedas líderes” com “moedas satélites” (tanto em âmbito global como regional), de modo a manter as taxas de câmbio reais em níveis constantes.


“Uma estrutura monetária multilateral seria baseada no livre fluxo de capital e seria governada por instituições globais fortes”, diz o documento.”Se todos os países e governos reconhecerem que a crise global é, antes de tudo, uma crise sistêmica, então soluções amplas - como a criação de um título global que possa ser usado, a taxas de juros fixas, para ajudar qualquer país em necessidade - podem ser possíveis”.

Comida

O relatório da Unctad também afirma que a grande elevação nos preços dos alimentos registrada em 2007 e no início de 2008, e a sua posterior desvalorização foram causadas, em parte, pela especulação.

Segundo o documento, o peso maior que os investidores financeiros têm nos mercados futuros de commodities afetou a volatilidade dos preços destas mercadorias, fazendo com que surgissem, em alguns casos, bolhas especulativas.


“Levando-se em conta que o preço dos alimentos pode ser uma questão de sobrevivência para milhões de pessoas pobres em todo o mundo, este tipo de especulação não pode ser aceita”, afirma o documento.

Para evitar estas bolhas, a Unctad propõe uma maior transparência nos mercados futuros de commodities como alimentos e petróleo.


O documento também afirma que órgãos reguladores devem ter mais poderes para agir no caso deste tipo de especulação - que normalmente é usada como um meio de lucros para investidores, no lugar de ser uma barreira para proteger os produtores contra as mudanças normais de preços.

(http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/03/090318_relatorio_unctad_cq.shtml)


Os 3 requisitos abaixo são fundamentais para a implantação da “economia divina” após a manifestação espiritual de Baha’u’llah.


1) Criar uma legislação internacional para o mercado financeiro.


2) Usar o exército mundial apoiado pelo executivo mundial (o anticristo e seus nove mestres eleitos) para cumprir a legislação.


3) Criar um nova ordem portadora do Sinal, nome e número de letras do nome de Baha’u’llah através do uso de tecnologia.


“Poucas pessoas deixarão de reconhecer que o Espírito insuflado no mundo por Bahá’u'lláh, Espírito esse que está se manifestando em graus variados de intensidade, mediante os esforços conscientes de Seus declarados apoiadores e, indiretamente, através de certas organizações humanitárias, jamais poderá penetrar no gênero humano e exercer uma influência duradoura, a não ser que, e até que, encarne em uma visível Ordem portadora de Seu nome, integralmente identificada com seus princípios e funcionando de conformidade com Suas leis” (Shoghi Effendi- A Ordem Mundial de Baha’u’llah)

Fonte