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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Vida e morte nas decisões e opiniões - 180 graus.

O documentário pró-vida de 33 minutos tem uma abertura com cenas perturbantes de vários jovens que não conseguem reconhecer Adolf Hitler, uma ignorância que o autor e entrevistador Ray Comfort liga à aceitação generalizada do moderno Holocausto: o aborto legalizado. Enquanto jovens adultos que são entrevistados no filme são forçados a conectar a matança legalizada de judeus com o fato de que a sociedade está aceitando a matança de bebês em gestação, eles são vistos mudando de opinião, passando a se opor ao aborto.
“Assistir ao 180 é como andar na montanha-russa — uma experiência que provoca emoções —, pois assistimos pessoas se contorcendo enquanto são colocadas num dilema moral com perguntas do tipo ‘se enterraríamos judeus vivos (algo que aconteceu na Segunda Guerra Mundial), sob a ponta de um revólver nazista’”, disse Comfort. “O filme testa o caráter para mostrar o quanto as pessoas valorizam a vida humana. Ficar ignorante do que é possivelmente a parte mais sombria da história humana inevitavelmente resultará na desvalorização da vida, e uma repetição do Holocausto”.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Adepto de supremacia branca mata no museu do Holocausto


Um anti-semita norte-americano irrompeu esta quarta-feira no museu do holocausto de Washington e abateu a tiro um segurança.



De imediato os colegas do guarda abriram fogo sobre o atacante que levaria consigo uma arma de cano longo, uma espingarda ou uma caçadeira.

O homem ficou ferido e está hospitalizado em estado crítico. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

Numa reacção ao episódio, o presidente da câmara de Washington declarou que “nos tempos que correm nunca se sabe quando alguém vai agarrar numa arma e usá-la de uma forma inapropriada como aconteceu”.

O atacante foi identificado como sendo um militante da supremacia branca e anti-semita de 88 anos chamado James Von Brunn.

Mais de 30 milhões de pessoas já visitaram o museu do holocausto inaugurado em 1993, incluindo 85 chefes de Estado.

A embaixada de Israel condenou o ataque e indicou estar a seguir de perto o caso. O presidente norte-americano também já lamentou o sucedido.

Euronews


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Conselho Central dos Judeus na Alemanha rejeita desculpas do bispo Williamson

O Conselho Central dos Judeus na Alemanha rejeitou as desculpas do bispo católico tradicionalista Richard Williamson, que nega a existência do Holocausto, por as considerarem um "lamento de terceira classe". Segundo o vice-presidente do órgão, Dieter Graumann, Williamson não mudou sua opinião sobre o Holocausto e lamenta apenas os danos que suas declarações causaram.

Também o Comitê Central dos Católicos Alemães criticou o pronunciamento do bispo como insuficiente. Apesar de se desculpar pelas consequências de suas declarações, o bispo de 68 anos, adepto do grupo ultraconservador Fraternidade Sacerdotal São Pio 10º, não assumiu uma nova posição. Para o presidente do Comitê, Hans Joachim Meyer, Williamson não deveria mais poder assumir cargos de responsabilidade.

Em entrevista à TV sueca, o bispo inglês negara a existência do Holocausto ao afirmar que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas. A declaração contradiz dados históricos amplamente aceitos de que mais de 6 milhões de judeus foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial. (crv)

Dw-world.de

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Holocausto: Peço perdão diante de Deus

O bispo fundamentalista Richard Williamson pediu «perdão diante de Deus» a todas as pessoas que magoou ao negar o holocausto, «refere a AFP».
Numa carta enviada ao Vaticano, publicada esta quinta-feira em Roma pela agência católica Zenit, o bispo Williamson, que chegou quarta-feira à Grã-Bretanha depois de ter sido declarado «persona non grata» na Argentina, lamentou «a dor» causada «em primeiro lugar à Igreja, mas também aos sobreviventes e aos parentes de vítimas que foram injustiçadas sob o III Reich».

Refira-se que Williamson é um dos quatro bispos cuja excomunhão foi suspensa pelo Papa a 24 de Janeiro. O religioso gerou polémica ao negar a existência das câmaras de gás e ao minimizar o holocausto em declarações a uma televisão sueca.

«Peço perdão diante de Deus a todas as almas que ficaram sinceramente escandalizadas com o que disse», afirmou, alegando «ter-se limitado a expressar a opinião de uma pessoa que não é historiadora».

IOL

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Hans Küng - Teólogo pede a renúncia do papa após reabilitação de negador do Holocausto

Berlim, 31 jan (EFE).- O teólogo heterodoxo suíço Hans Küng pediu a renúncia do papa Bento XVI após o escândalo gerado pela reabilitação à Igreja Católica do bispo Richard Williamson, que nega o Holocausto e recentemente teve sua excomunhão suspensa.

Para Küng, a reabilitação de Williamson é apenas um equívoco a mais na série de erros com os quais Bento XVI vem pondo novos obstáculos no diálogo que as Igrejas cristãs travam entrem si e com outras religiões.

"Primeiro, ele questionou se os protestantes formam uma Igreja. Depois, em seu infeliz discurso de Regensburg, chamou os muçulmanos de desumanos. E agora ofende os judeus permitindo o retorno à Igreja de um negador do Holocausto", disse Küng em declarações ao jornal "Frankfurter Rundschau".

"É hora de substituí-lo", acrescentou Küng, que foi companheiro do papa quando ambos eram professores de teologia católica na Universidade de Tübingen.

O Vaticano proibiu Küng de ensinar a teologia católica em 1980, depois que ele questionou o dogma da infalibilidade papal.

Desde então, teólogo heterodoxo suíço, que permaneceu dentro da Igreja Católica, mas sem poder atuar como padre, se dedica ao diálogo entre as religiões.

Já Williamson e outros três bispos seguidores do cismático ultraconservador Marcel Lefebvre foram reabilitados pelo papa há uma semana. EFE rz/sc |Q:REL:pt-BR:12009010:Religiões e crenças:Cristianismo:Católico romano| 01/31/20-56/09

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