Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

A RESSURREIÇÃO SATÂNICA DA SALA PAULO VI NO VATICANO

Que a liderança da Igreja Católica vem praticando o satanismo não é algo que está escondido mais do que aqueles que não querem vê-lo. Mesmo os sacerdotes católicos reconhecem que o Vaticano é um ninho de satanistas.  Poderíamos supor que a grande escultura na Sala Paulo VI em Roma representa a ressurreição de Jesus, mas me parece que não é bem essa a ressurreição de que eles estão falando.

Alguns links sobre o assunto:
http://ptesoterico.wordpress.com/2010/03/27/o-exorcista-padre-gabrielle-amorth-denuncia-que-dentro-do-vaticano-tambem-ha-satanicos/



escultura original de Pericle Fazzini terminada no final 
da década de 70 do século passado...já era sombria...


negativo da escultura original

Na inauguração da escultura, em 29 de setembro de 1977, ela foi assim descrita pelo L'Osservatore Romano: "Um Cristo ressuscita de um sepulcro situado no Horto das Oliveiras, enquanto a Terra é sacudida violentamente por uma grande tempestade, que flagela o mundo nesse momento terrível. Um Rosto extraordinariamente sereno, dois braços abertos abraçam, quase querendo abarcar uma Humanidade, devolvendo-lhe esse sentido do Amor que parece irremediavelmente perdido ".

A restauração começou em outubro de 2011 e quando retornou (?) estava assim, para mim não me parece a mesma:

Escultura restaurada...alguma semelhança?






Acho que a parte central da figura acima nem precisa de comentários...ela pode representar tudo nesse mundo, menos Jesus. Quanto às corujas, elas são bem conhecidas dos satanistas!


O demônio/deusa Lilith  é descrita como uma serpente alada ou ou uma coruja (ou uma combinação antropomórfica do mesmo). Na mitologia moderna Lilith tornou-se um símbolo para muitas feministas da mulher independente, que se recusam a se submeter ao controle dos homens. Enquanto este é certamente um aspecto da sua egrégora, existe uma forte componente sexual na natureza de Lilith que também deve ser reconhecido. Ela é mais do que apenas "a mulher arrogante", ela é o poder do desejo primal em forma feminina. E também, ela é a Morte, e isso não pode ser ignorada quando se trabalha com ela magicamente.

Fonte

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Um santo sob suspeita produzido pelo Vaticano

Bento 16 promove a beatificação de Pio 12, um ultraconservador a quem os judeus atribuem "silêncios demais" diante do Holocausto e de ser morno diante do terror de Hitler. Menos polêmica gera o processo iniciado para elevar aos altares o pontífice João Paulo 2º

O hoje venerável Pio 12, Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli (nascido em Roma em 1876, morto em Castelgandolfo em 1958), foi o chefe do catolicismo durante os anos mais convulsos do século 20, entre 1939 e 1958. Sua liderança à frente da Igreja Católica provoca ainda hoje uma enorme controvérsia histórica.

Durante longos anos ele foi conhecido como "o papa de Hitler". Faziam-se notar sua germanofilia e seu extremo cuidado nas formas ao se opor ao regime nazista e ao extermínio judeu. Hoje, no Museu Yad Vashem de Jerusalém, uma placa recorda que Pio 12 calou-se demasiadas vezes diante do Holocausto.


Pacelli (foto) havia dito em 1937 que Hitler era um "esquilo imprevisível e uma má pessoa". Mas em 1938 convenceu Pio 11 a não condenar a Noite dos Cristais (a terrível Kristallnacht), em que foram assassinados dezenas de judeus e atacadas milhares de suas lojas.

Segundo outras fontes, entre 1941 e 1944 o papa e a Igreja Católica salvaram mais judeus da perseguição nazista do que qualquer outra pessoa ou instituição. Autores e políticos israelenses como Golda Meir afirmaram que pelo menos 860 mil judeus foram salvos pelo Vaticano. Historiadores posteriores replicaram que esses elogios eram só uma forma de conseguir que a Santa Sé reconhecesse o Estado de Israel.


Em 1963 "O Vigário", uma obra do dramaturgo alemão Rolf Hochhuth, retratou Pio 12 como um hipócrita que evitou intervir no Holocausto. O autor e a obra, cuja encenação durava cinco horas, nasceram na República Federal da Alemanha, mas continuam sendo atacados hoje como um panfleto marxista. Há pouco tempo uma revista católica italiana escreveu que as acusações partiam do bloco comunista e que foi a Rádio Moscou, em 2 de junho de 1945, a primeira a acusar Pacelli de ser o papa de Hitler.


Setores católicos lembram que o general Pacepa, chefe da Securitate romena, afirmou que tanto a obra de teatro como os ataques contra o papa foram fabricados pela KGB para desacreditar a Igreja durante a guerra fria. Como tantas vezes, Marx contra Deus.

Para neutralizar a lenda negra, Paulo 6º abriu em 1965 a causa para a canonização de Pacelli e permitiu o acesso aos arquivos dos anos anteriores à guerra. Em 2008, documentos desclassificados nos EUA, Argentina e Inglaterra mostraram que a coleção vaticana estava cheia de omissões cruciais.

Desde 1999, uma comissão judaico-católica formada por seis professores trabalha para tentar entender melhor os silêncios de Pacelli. O único resultado são 47 perguntas e a queixa do judeu Michael Marrus: o Vaticano torpedeia a investigação.

Os arquivos dos anos cruciais (1940-1945) continuam fechados. Mas Bento 16 pode tê-los visto. E parece crer firmemente na santidade de Pio 12. Ratzinger pensa que seu antecessor calou somente para não provocar demais Adolf Hitler e não piorar a situação dos judeus, uma palavra que aquele sempre evitou utilizar (em seu lugar usava o termo "não arianos").

Em junho passado a fundação Pave the Way para o entendimento entre religiões, dirigida pelo judeu Gary Krupp, anunciou que tem 2.300 novas páginas de documentos que demonstram que Pio 12 "trabalhou com diligência para salvar os judeus da tirania nazista". Há um mês a fundação pediu ao museu Yad Vashem que incluísse Pio 12 na lista dos Justos entre as Nações. Segundo Krupp, um documento alemão inédito prova que em setembro de 1943 o governo nazista idealizou um plano para sequestrar e matar Pacelli, e que este contou a seus cardeais que havia redigido sua carta de demissão porque temia sua morte iminente. O filantropo judeu acrescentou que Pio 12 ordenou que sua Cúria se deslocasse para um país neutro e escolhesse ali um novo papa.

A apaixonante polêmica está em seu ponto máximo. Por que Ratzinger decidiu agora beatificar o homem a quem o Museu do Holocausto ainda considera qualquer coisa menos um herói? Por que o fez ao mesmo tempo que acelerava a veloz beatificação do popular João Paulo 2º, o homem que segundo a Liga Contra a Difamação fez mais em 27 anos pela relação com os judeus do que ninguém jamais havia feito? Para que sejam beatos só falta o reconhecimento oficial de um milagre obrado por sua intercessão.

Ao comparar no tempo as "virtudes heróicas" de seus dois papas antecessores, um o mais criticado pelos rabinos, outro o mais amado - Wojtyla foi o primeiro a ir a Jerusalém e ali os chamou de "irmãos mais velhos" -, Ratzinger cumpre um objetivo muito simbólico, segundo escreveu Luigi Accattoli em "Il Corriere della Sera": "Afirma a continuidade do pontificado romano além da diversidade de suas figuras singulares".

A oposição judia à beatificação está hoje bem mais dividida que há dois anos e meio. Mas a ira não se aplacou. Sopram novos ventos de batalha entre católicos e judeus, e a visita de Ratzinger à sinagoga de Roma, prevista para 17 de janeiro, parece cheia de incertezas. Na quarta-feira passada, em uma tentativa de aplacar os protestos da comunidade judia, o Vaticano esclareceu que Pio 12 não será beatificado junto com João Paulo 2º. "As duas causas são totalmente independentes e não se pode prever que acabem de forma simultânea", explicou Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé. Além disso, disse, a assinatura do decreto das virtudes heróicas do discutido papa "refere-se apenas à relação de Pacelli com a fé, e não é uma avaliação do alcance histórico de suas decisões".

Os rabinos afirmam que só um conhecimento completo de Pio 12 pode solucionar a polêmica. Os dados conhecidos - cartas, discursos, fatos - tornam muito difícil pensar que Pio 12 fosse um santo. Mas parece claro que também não foi um cúmplice de Hitler. A imensa zona cinzenta intermediária mostra diversos matizes.

Depois da guerra, Pacelli contribuiu para a reconstrução da Europa e foi um furioso anticomunista contra a perseguição do catolicismo nos países da Cortina de Ferro. Antes da guerra manteve posições ultraconservadoras. Elogiou a vitória de Franco na Espanha, foi acrítico com o regime de Mussolini e mostrou uma atitude tolerante diante da ascensão de Hitler. Durante a guerra e o genocídio, seus silêncios e sua neutralidade, equidistante do nazismo, parecem menos explicáveis.

Pacelli nasceu em uma família romana aristocrata e muito religiosa. Estudou filosofia e teologia e foi ordenado sacerdote em 1899. Sua carreira no Vaticano foi meteórica: especializou-se em direito canônico, ocupou subsecretarias e secretarias, foi arcebispo da Capela Sistina, em 1920 foi nomeado núncio na Alemanha, onde ajudou a assinar a paz da Primeira Guerra Mundial, e em Munique conheceu a freira Pascalina Lehnert, sua assistente e confidente durante 41 anos.

Foi nomeado cardeal por Pio 11 em 1929 e depois acendeu a secretário de Estado. Em 1933 redigiu a concordata com a Alemanha de Hitler. Nos seis anos sucessivos protestou 55 vezes contra violações do Reichskonkordat e redigiu a encíclica "Mit Brennender sorge" (Com ansiedade ardente, 1937). O texto, que condenava o paganismo do nacional-socialismo, foi distribuída nas igrejas alemãs por um exército de motoristas no Domingo de Ramos. As represálias de Hitler, com julgamentos sumários de padres acusados de homossexualidade, contribuíram para que desde esse momento Pio 12 agisse com grande cautela.

Pacelli havia dito em 1937 que Hitler era um "esquilo imprevisível e uma má pessoa". Mas em 1938 convenceu Pio 11 a não condenar a Noite dos Cristais (a terrível Kristallnacht), em que foram assassinados dezenas de judeus e atacadas milhares de suas lojas. E confirmou suas supostas inclinações antissemitas quando a Hungria se preparava para aprovar as leis raciais. O cardeal lembrou que Cristo "selou os lábios dos judeus e estes rejeitam seu coração ainda hoje".

Sua experiência diplomática na Alemanha foi crucial para que fosse eleito papa, depois de um único dia de conclave em 2 de março de 1939, dia de seu 63º aniversário. Foi o primeiro secretário de Estado que chegou a papa desde Clemente 9º, em 1667.

Como teólogo foi renovador, atento à liturgia e à mística, mas também às ciências e à tecnologia incipiente. Assinou 41 encíclicas, nas quais se ocupou de quase tudo: animou a entender a tradição judia, defendeu a morte digna, as curas terminais e os direitos dos pacientes, tolerou o planejamento familiar baseado no ciclo menstrual, avalizou em parte a teoria da evolução e foi um fervente seguidor da Virgem Maria.

Politicamente, seu papado não foi menos conciliador. Dividido contra o nazismo e o comunismo, houve luzes e sombras contínuas. Em "Os Anos do Extermínio", o segundo volume de "O Terceiro Reich e os Judeus", que a editora Galaxia Gutemberg acaba de lançar, o historiador Saul Friedländer analisou a fundo a atitude do papa Pacelli diante do genocídio.

O livro, que ganhou o Prêmio Pulitzer em 2008, lembra que assim que foi eleito papa Pio 12 mostrou "uma posição ultraconservadora e um desejo inconfundível de aplacar a Alemanha", e deu sinais de seu agudo anticomunismo. Em meados de abril de 1939, em um programa de rádio, felicitou-se pelo fato de a população espanhola ter alcançado finalmente a paz e a vitória - de Franco, é claro -, acrescentando que a Espanha "mais uma vez tinha dado aos profetas do ateísmo materialista uma nobre prova de sua indestrutível fé católica".

"Contemplando toda a gama de crimes nazistas, a política do papa durante a primeira fase da guerra poderia ser definida como um exercício de conciliação seletiva", escreve Friedländer. Pacelli manteve Cesare Orsenigo, pró-nazista e antissemita, como núncio em Berlim, e anulou a excomunhão do movimento monárquico e antijudeu Ação Francesa.

A ambiguidade e a prudência, atributos muito romanos, marcaram sua atuação. Declarações genéricas contra o antissemitismo, ele fez várias. Mas quase sempre que lhe pediam uma condenação concreta da perseguição judia, olhava para o outro lado. "Em suas cartas de dezembro de 1940 ao cardeal Bertram, de Breslau, e ao bispo Preysing, de Berlim, Pio 12 expressou sua comoção pelo assassinato dos doentes mentais. Em ambos os casos, e além disso, entretanto, nada disse sobre a perseguição aos judeus", lembra Friedländer.

Seu lema parecia ser contentar a todos. Quando o marechal Pétain lhe perguntou se condenava as leis antissemitas, disse que a Igreja condenava o antissemitismo, mas não normas específicas. Nesse mesmo ano o Vaticano afirmou que os estatutos judeus de Vichy não contradiziam os ensinamentos da Igreja. Meses depois protestou contra as deportações de judeus franceses.

O livro de Friedländer conta que desde o início de 1942 as notícias do extermínio chegavam sem destituir o Vaticano pelas fontes mais diversas. Em 26 de setembro de 1942, escreve Friedländer, o embaixador americano, Myron C. Taylor, entregou uma nota ao secretário de Estado contando que os nazistas atiravam os judeus do gueto de Varsóvia para executá-los em massa em campos de concentração.

Pouco depois, o embaixador britânico no Vaticano, Francis d'Arcy Osborne, escreveu ao secretário de Estado que, "em vez de pensar unicamente no bombardeio de Roma, o Vaticano deveria considerar seus deveres com relação ao crime sem precedentes contra a humanidade que representa a campanha de extermínio dos judeus por parte de Hitler", lembra Friedländer. A resposta do Vaticano foi brutal: "O papa não pode condenar atrocidades particulares".

Em sua mensagem de Natal de 1942, Pacelli deixou uma frase que constitui o apogeu da polêmica, ao mencionar, bem no final, as "centenas de milhares de pessoas que, sem nenhuma culpa, às vezes só por sua nacionalidade ou sua raça, foram levadas à morte ou uma lenta extinção". O discurso denunciou o genocídio, mas não explicou a que genocídio se referia.

Em 30 de abril de 1943, Pio 12 escreveu a um bispo que lhe pediu ajuda que a "contenção" nas declarações ajudava "ad maiora mala vitanda" (a evitar males maiores). Pouco depois, 477 judeus foram escondidos no Vaticano e outros 4.238 se refugiaram em mosteiros e conventos; 80% dos judeus romanos se salvaram da deportação. Pesquisas recentes revelam que Pio 12 não ordenou diretamente o salvamento. A fundação Pave the Way responde que o fez de forma anônima por respeito à tradição judia.

Quando ele morreu, em outubro de 1958, o funeral causou a mais ampla concentração vista em Roma até a data. Seus conterrâneos o choraram como um herói em tempo de guerra. Agora Ratzinger decidiu levá-lo aos altares com seu espelho, Karol Wojtyla. Os judeus querem que antes sejam abertos os arquivos e explicados seus "silêncios demasiado grandes". "Não esquecemos as deportações dos judeus, e em particular do trem que em 16 de outubro de 1943 levou 1.021 deportados para Auschwitz da estação Tiburtina de Roma, diante do mutismo de Pio 12", disseram os rabinos.


Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçal

24horasNews



quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Bento XVI aprova casamento de padres, bispos gays aproveitam e pegam carona

Bento XVI finalmente ouviu o clamor de Baha’u’llah e obedeceu a oitava boa nova da epístola de Bishárát abaixo (onde se lê DEUS substitua por Baha’u’llah):

“A oitava Boa-Nova – Os atos piedosos dos monges e sacerdotes entre os seguidores do Espírito (…) Neste Dia, entretanto, que eles renunciem à vida de reclusão e dirijam os passos para o mundo exterior (…) Nós lhes temos concedido permissão para contraírem matrimônio, a fim de que façam surgir alguém que possa fazer menção de Deus, o Senhor do visível e do invisível, o Senhor do Trono Excelso(…) BISHÁRÁT (Boas-Novas)”

Para unificar Católicos e Anglicanos (os seguidores do espírito) em nome da unidade diversidade, Bento XVI acabou aceitando o casamento entre Padres. Segundo informações da revista “Isto é” os itens abaixo são os que mais chamam atenção:

1) A Igreja Católica terá dois tipos de padres: os casados e os celibatários;

2) A igreja Anglicana aceita homossexuais como padres.

bispogay

Na foto ao acima, temos o bispo gay Gene Robinson dos EUA todo feliz com as novas reformas… Vale lembrar que a Bíblia condena não só quem prática o homossexualismo, mas também quem aprova. Bento deveria ler a Bíblia de vez em quanto para se informar melhor. Romanos capítulo I não deixa dúvidas de que DEUS condena o pecado do homossexualismo:

Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. (Romanos 1 : 32)

3) Os Anglicanos terão que construir uma nova paróquia;

Isso écanção nos ouvidos da nova ordem mundial de Baha’u’llah (o Senhor das religiões) , pois a construção de novos templos será totalmente financiada em obediência ao artigo K-31 do Kitáb-i-aqdas ( a carta magna da nova ordem mundial) descrito abaixo:

“K-31. Ó povos do mundo! Edificai, em todas as terras, casas de adoração em nome dAquele que é o Senhor de todas as religiões.”

4) Muitos católicos não aceitam homossexuais como padres (e com razão)

Mas o Vaticano já avisou que não admitirá opiniões divergentes. Isso é uma amostra do futuro autoritarismo que o Papa, mais conhecido como falso profeta, terá na nova ordem mundial.

Essa intolerância do Papa em não aceitar a verdade Bíblica descrita em Romanos capítulo I é uma obediência ao artigo do K- 162 Kitáb que diz:

“162. Se Ele decretar lícito o que desde tempos imemoriais fora proibido(..) a ninguém é dado o direito de Lhe questionar a autoridade…”

O Vaticano está tentando unificar todos os seguimentos do cristianismo e não importa de que forma. Como os líderes evangélicos são um pouco mais radicais, o melhor caminho para Bento é o uso das concordatas, mas basta um suborno ou a troca de algum favor para que os “líderes” evangélicos entrem rapidamente no jogo do Vaticano e de Baha’u'llah.

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2085/a-vez-dos-padres-casados-decisao-do-papa-bento-xvi-154580-1.htm

Obs.: O bahaismo não apóia o homossexualismo, pois o objetivo da fé Bahá’i é apenas unificar todas as religiões (não existe conversão ) e essas imoralidades fazem parte do pacote.

Fonte


segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Brasil x Vaticano


Apesar da oposição de igrejas cristãs tradicionais, igrejas evangélicas e grupos ateus, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou parecer recomendando a ratificação da Concordata firmada no final do ano passado entre o Brasil e o Vaticano. A proposta vem tramitando em regime de urgência, sob forte pressão da Igreja Católica, e, graças a um acordo de lideranças, poderá ser submetida à votação de plenário nos próximos dias. Se for aprovada, seguirá para o Senado.

Envolvendo temas que sempre deram margem a polêmicas, como ensino religioso nas escolas públicas de um Estado laico, os 20 artigos da Concordata assinada pelo presidente Lula e pelo papa Bento XVI foram negociados durante um ano. Sob a justificativa de reunir leis esparsas e dar forma jurídica a um intercâmbio que já existia, a iniciativa partiu do Vaticano. Durante as negociações, o Itamaraty recusou as propostas de oficialização de feriados católicos e permissão para a entrada de missionários em áreas indígenas, mas acatou as demais solicitações do Vaticano.

Além da questão do ensino religioso, três pontos do acordo merecem destaque. O primeiro é a concessão de isenção fiscal para rendas e patrimônio de pessoas jurídicas eclesiásticas. O segundo é a manutenção, com recursos do Estado brasileiro, do patrimônio cultural da Igreja Católica, como prédios, acervos e bibliotecas. O terceiro é isenção para a Igreja Católica de cumprir as obrigações impostas pelas leis trabalhistas brasileiras.

Independentemente de suas implicações morais, essas três concessões ao Vaticano esbarram em problemas jurídicos e são incompatíveis com o Estado laico que nossas Constituições consagram desde a proclamação da República, no final do século 19. A concessão de isenção fiscal para pessoas jurídicas eclesiásticas, por exemplo, pode abrir um perigoso precedente, pois as demais igrejas sentir-se-ão estimuladas a invocar o princípio da isonomia para exigir o mesmo benefício.

A Constituição, na alínea b do inciso VI do artigo 150, proíbe a União de instituir impostos sobre "templos de qualquer culto". Tributaristas alegam que o texto da Concordata é impreciso, abrindo campo para a ampliação do benefício, que poderia ser aplicado não só aos templos, mas a todos os negócios da Igreja Católica, que é dona de editoras, rádios e escolas. Além disso, que medidas legais poderão ser tomadas pelo Estado brasileiro no caso de mau uso da isenção fiscal de receitas e ativos da Igreja Católica?

No que se refere à manutenção do patrimônio cultural da Igreja Católica com dinheiro dos contribuintes - muitos dos quais, diga-se, são ateus ou seguidores de outras religiões -, os problemas jurídicos são ainda mais graves. O artigo 19 da Constituição é preciso ao determinar que o Estado não pode "subvencionar igrejas". E, mesmo que pudesse, faz sentido destinar recursos públicos para o custeio de bens que, segundo a Concordata, permanecerão sob gestão, custódia e salvaguarda de ordens religiosas? A Igreja Católica terá de se submeter à fiscalização dos Tribunais de Contas, como a lei brasileira prevê, ou gozará de autonomia, valendo-se da condição ambígua de ser formalmente subordinada ao Estado do Vaticano?

Por fim, ao eximir a Igreja Católica de obrigações trabalhistas, classificando a relação jurídica de padres e freiras como "vínculo não empregatício", sob a justificativa de que eles exercem uma função "peculiar", de "caráter apostólico, litúrgico e catequético", a Concordata comete dois pecados jurídicos. Além de dar tratamento privilegiado à Igreja Católica enquanto empregadora, violando o princípio da igualdade das partes perante a lei, ela não pode passar por cima dos dispositivos do artigo 5º da Constituição que asseguram o livre acesso à Justiça e determinam que "a lei não excluirá da apreciação do Judiciário lesão ou ameaça ao direito". Como é "cláusula pétrea", o artigo não pode ser revogado.

Evidentemente, as chancelarias do Brasil e do Vaticano estavam conscientes desses problemas quando negociaram a Concordata. Talvez tenha sido por esse motivo que o texto tenha ficado muito retórico. A retórica parece ter sido a estratégia para tentar contornar os problemas jurídicos mais gritantes do acordo firmado por Lula e Bento XVI.

Fonte

Essa é Boa - Santa Sé Elogia o Bruxo.


O novo filme de Harry Potter, que está batendo recordes de bilheteria, é o melhor da série, afirmou o jornal do Vaticano, ''L'Osservatore Romano'', apesar da dura condenação feita no passado contra a saga pelo cardeal Joseph Ratzinger, atual papa Bento XVI.

"Harry Potter e o enigma do príncipe" foi elogiada pelo jornal vaticano por sua capacidade de "misturar suspense com romantismo". "A mistura de suspense sobrenatural e romantismo é equilibrada, por isso as aventuras dos protagonistas são verdadeiras ", afirma o ''L'Osservatore Romano''.

Ao contrário dos outros episódios, o jornal da Santa Sé admite que novo filme evita "convidar os jovens e eludir realidade ou a acreditar em poderes sobrenaturais ". Para a Igreja católica, as sequências anteriores de ''Harry Potter'' pecavam por ser "anticristãs" e "pouco educativas".

Com esta reabilitação do filme, a Igreja católica tenta se aproximar dos milhões de adolescentes de todo o mundo fascinados com saga do jovem bruxo. Mas em 2003, o então cardeal Ratzinger não pensava assim.

"Esse filme corrompe a alma dos jovens cristãos em uma idade delicada, já que ainda não se formou ", escreveu na ocasião o atual Papa.



sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Aprovado o Acordo entre o Brasil e Santa Sé

Comentário: As concordatas do Vaticano sempre buscam isenções de impostos:

Artigo 5º

As pessoas jurídicas eclesiásticas, reconhecidas nos termos do Artigo 3º, que, além de fins religiosos, persigam fins de assistência e solidariedade social, desenvolverão a própria atividade e gozarão de todos os direitos, imunidades, isenções e benefícios atribuídos às entidades com fins de natureza semelhante previstos no ordenamento jurídico brasileiro, desde que observados os requisitos e obrigações exigidos pela legislação brasileira.

Mas é no artigo 3 que a máscara cai sobre terra! Haverá respeito e liberdade religiosa, desde que estejam de acordo com a legislação do Vaticano.

O Artigo número três dessa concordata abre portas para que o Vaticano obtenha direitos jurídicos e influência internacional dentro da ONU, ou seja, a decisão do Vaticano no futuro Parlamento Mundial de Baha’u’llah terá mais peso do que todas as outra seitas juntas (isso inclui falsos evangélicos) , pois elas serão as únicas reconhecidas pela República Federativa do Brasil e de outros países em que a Santa Sé está fazendo essas concordatas.

Artigo 3º-

§ 2º. A personalidade jurídica das Instituições Eclesiásticas será reconhecida pela República Federativa do Brasil mediante a inscrição no respectivo registro do ato de criação, nos termos da legislação brasileira, vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro do ato de criação, devendo também ser averbadas todas as alterações por que passar o ato.

Notícia:

A Comissão de Relações Exteriores aprovou nesta quarta-feira o acordo que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. O relator do texto aprovado, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), afirmou que o acordo não fere a Constituição Federal, enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as religiões.

Composto de 20 artigos, o acordo foi assinado pelo Brasil e pelo Vaticano em 2008 e submetido à Câmara. O texto estabelece normas sobre questões como o ensino religioso, o casamento, a imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, a garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, e visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividades pastorais.

O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes. Em relação ao casamento, por exemplo, o acordo estabelece que o matrimônio celebrado de acordo com as leis da Igreja que atender também às exigências do Direito terá efeitos civis. Já no que diz respeito ao ensino religioso, o acordo menciona o respeito à importância dessa disciplina, seja católica ou de outra religião, mas com matrícula facultativa no ensino fundamental das escolas públicas.

“A comissão tomou a posição que me parece mais certa para o interesse público e para a vida social da nação. Esse acordo não exclui de forma nenhuma as demais religiões existentes no Brasil. Acho que procura realmente criar um convívio efetivo de todas as religiões. Não há inconstitucionalidade. O acordo repete a Constituição e a legislação brasileira de modo que está totalmente integrado no sistema jurídico brasileiro e não ofende nenhuma lei ou norma jurídica” − afirmou o relator.

A discussão da matéria, no entanto, foi polêmica. Sete deputados votaram contra a proposta. O deputado Ivan Valente (PSOL-SP), por exemplo, considerou um erro do Governo brasileiro a assinatura do acordo. “Eu acho que a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) deveria se manifestar pela inconstitucionalidade, porque aqui há um acordo entre um

Estado republicano democrático e um Estado teocrático. Então, não é um acordo comercial, é um acordo que envolve a opção preferencial por uma religião, algo que atenta contra a própria Constituição, que prevê total liberdade religiosa e de culto, sem nenhuma predisposição a adotar uma como preferencial” – disse o deputado.

O acordo ainda deverá ser analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; antes de ser votada em plenário. Já há, no entanto, um pedido de urgência para matéria, o que pode permitir a votação direta pelo plenário. (AF)

http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=309213

http://www2.mre.gov.br/dai/b_santa_04.htm

Fonte

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Vaticano inaugura “Big Brother” católico na Web em casa de veraneio do Papa Bento 16

papa_bento16

O anúncio do “Big Brother” católico foi feito nesta quarta-feira (5).

A câmera foi instalada na residência de veraneio do Papa Bento 16, nos jardins do Cartel Gandolfo, que fica localizado a aproximadamente 30km de Roma.

A idéia é permitir a conexão dos fiéis católicos a fim de assistir o pontífice fazendo seus passeios.

De acordo com o jornal “L’Osservatore Romano”, já há outras cinco câmeras espalhadas pela cidade do Vaticano que já são bem populares na internet.

As imagens do “Big Brother” católico podem ser vistas no site oficial do Vaticano http://www.vaticanstate.va/IT/homepage.htm

Mega

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Vaticano analisa abrir sarcófago de apóstolo Paulo


O cardeal Andrea Cordero Lanza de Montezemolo, arcipreste da Basílica de São Paulo Fora dos Muros, afirmou que o Vaticano analisa a possibilidade de abrir o sarcófago de São Paulo.

“Há tempos se pensa na abertura do sarcófago de São Paulo. Falei com o Papa, e Bento XVI não exclui a hipótese de um dia ordenar uma análise da tumba”, contou o cardeal, ressaltando, no entanto, que é preciso considerar que o túmulo data de séculos passados e nunca foi aberto.

Montezemolo explicou que a abertura do sarcófago seria um “trabalho pesado, dado que é enorme, e levaria à demolição do altar” da Basílica de São Paulo Fora dos Muros, localizada no Vaticano.

Em 2006, a Santa Sé anunciou a descoberta do sarcófago, depois de anos de escavações arqueológicas na basílica dedicada ao apóstolo. Acreditava-se que São Paulo tinha sido enterrado no local, mas não havia confirmações disto.

Segundo o arcipreste da Basílica de São Paulo Fora os Muros, alguns especialistas tentaram introduzir no túmulo aparelhos microscópicos sofisticados. No entanto, não foi possível concluir os trabalhos “porque o sarcófago tem uma espessura de 25 centímetros e não passa nada”.

São Paulo é o nome apostólico de Saulo (para os hebreus), nascido na cidade de Tarso, e é considerado uma das figuras mais importantes do cristianismo.

Na última sexta-feira, o papa Bento XVI encerrou o Ano Paulino, período litúrgico dedicado aos dois mil anos de seu nascimento.

O Ano Paulino, iniciado em junho de 2008, foi marcado por uma série de eventos religiosos de exaltação e reflexão dos trabalhos do apóstolo.


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domingo, 31 de maio de 2009

Vaticano destitui dois bispos africanos por terem mulher e filhos

Para os africanos, ter mulher e filhos é uma bênção do céu. Uma mentalidade da qual participam padres e bispos, que aceitam o celibato porque não têm outra solução, mas, na prática, muitos deles mantêm uma família com total naturalidade. Mas Roma segue apostando no celibato obrigatório e não admite exceções. Por isso, acaba de destituir dom Paulin Pomodimo, arcebispo de Bangui, e dom François-Xavier Yombandje, bispo de Bassangoa e presidente da Conferência Episcopal da República Centro-Africana.

A reportagem é de José Manuel Vidal, publicada no sítio Religión Digital, 28-05-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.


Dom Paulin Pomodimo, bispo de Bangui

Trata-se de dois dos mais importantes bispos do país centro-africano. Sobretudo, dom Pomodimo que, aos seus 55 anos, era arcebispo da capital, havia sido presidente do episcopado e, além disso, havia tido um importante papel como mediador no recente conflito que assolou o país.

Na última terça-feira, o Vaticano confirmou, em um sucinto comunicado, que Bento XVI havia aceitado as renúncias do arcebispo de Bangui, Paulin Pomodimo, e do bispo de Bossangoa, dom François-Xavier Yombandje, de 52 anos. Roma não indicava a causa das renúncias dos prelados que, depois, se demonstraram forçadas.

No entanto, ambas as renúncias se produziram após a visita que o arcebispo Robert Sarah, de Guiné, e secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos, dirigida pelo cardeal hindu Ivan Dias, acaba de realizar ao país. Trata-se do dicastério romano do qual dependem os episcopados dos chamados "países de missão".

A investigação do enviado romano havia concluído que o arcebispo Pomodimo mantinha "uma atitude moral que nem sempre foi conforme à sua decisão de seguir a Cristo em castidade, pobreza e obediência".

O visitador vaticano não foi além disso com relação ao arcebispo. Mas deixava entrever o motivo da destituição dos bispos. Além disso, falando em geral, defende que "muitos sacerdotes do clero local têm mulheres e filhos". E após denunciar os padres que têm "uma vida dupla", convida os que estão nessa situação a abandonar o "ministério".

Talvez por isso, em uma carta aberta ao clero da República Centro-Africana, seu chefe direto, o cardeal Dias, denuncia que "o Corpo de Cristo recebeu muitas manchas por causa de comportamentos escandalosos dos sacerdotes".

E acrescenta: "Não tem sentido negar o que todo mundo sabe. Também não é necessário julgar os motivos e as circunstâncias do mal cometido. Membros do clero nacional, diocesano e religioso, são, de uma forma ou outra, cúmplices da situação atual, e cada um terá que assumir sua própria culpa em proporção a sua responsabilidade pessoal".

Mas os padres da República Centro-Africana não pensam o mesmo que as autoridades romanas. De fato, como sinal evidente do respeito e do carinho que professam ao arcebispo de Bangui, anunciaram, na última quarta-feira, que estavam entrando em greve e que, portanto, não celebrariam nenhum sacramento.

Hoje, no entanto, voltaram atrás e se inclinaram por manter seu protesto contra Roma, mas sem causar prejuízos a seus fiéis. Os padres do país consideram que estão sendo "vítimas de uma campanha de desprestígio dentro e fora do país".

Reunidos no dia 24 na catedral de Bangui, os padres se manifestaram contra a renúncia de Dom Pomodimo e acusaram o Núncio do Papa de "discriminatório, parcial e seletivo" em seu juízo sobre a situação. Asseguravam ainda que os bispos e os sacerdotes brancos do país são "responsáveis por práticas semelhantes".

A República Centro-Africana conta com nove dioceses para atender aos 4,5 milhões de habitantes do país.

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Novo filme de Tom Hanks, 'Anjos e demônios' desafia o Vaticano

O filme “Anjos e demônios” foi condenado pelo Vaticano antes mesmo de estrear nos cinemas: a Santa Sé aconselhou um boicote à produção. Essa é a sequência de uma briga que começou em 2006, com o lançamento do filme "O código da Vinci", também baseado em um livro de Dan Brown e estrelado por Tom Hanks.


"O código" irritou a igreja porque sugeria a hipótese de que Maria Madalena e Jesus Cristo teriam tido uma filha. Dessa vez, a história se passa no Vaticano. Mas o diretor não pôde filmar lá dentro, nem nas igrejas, e a autorização para filmagem nas ruas de Roma foi tão limitada que o diretor Ron Howard usou o que ele chama de técnica de guerrilha: ataques rápidos e sem falhas.

Não foi fácil. Tom Hanks lembra que, no único dia em que eles poderiam filmar em frente a uma igreja, havia um casamento programado por lá. Como resultado, a noiva teve uma surpresa inesquecível.

"Vi que o carro da noiva, por nossa causa, não conseguia chegar à praça. A única coisa que eu podia fazer era bater à porta e dizer ‘posso te levar até o altar?’ Quando cruzamos a praça, todo mundo aplaudiu. Aquele foi um momento especial para nós. Espero que para ela também", lembra. Durante a entrevista, um dos maiores atores de Hollywood se revela um divertido contador de histórias.

Currículo

A veia cômica de Tom Hanks lhe rendeu os primeiros papéis no cinema: era o bom moço de comédias românticas. Mas foi com "Filadélfia", de 1992, que Tom Hanks se consagrou.

Ao dar vida a um doente de Aids, ele fez mais para derrubar o preconceito contra o homossexualismo e contra a doença do que muitas campanhas de esclarecimento. Ganhou o Oscar de melhor ator. Um ano depois, repetiu o feito com "Forest Gump, o contador de histórias".

Pesquisar a fundo os assuntos tratados em seus filmes é uma marca de Tom Hanks. Para fazer o papel do sargento em "O resgate do soldado Ryan", ele enfrentou um treinamento militar intenso.

Ciência

A nova aventura se passa em laboratórios sofisticados. "Anjos e demônios" trata da ameaça de uma sociedade secreta de cientistas que querem destruir o Vaticano usando uma espécie de antimatéria produzida num superlaboratório. Por isso, Tom Hanks deu a entrevista em um laboratório do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, o CERN.

"Não tenho certeza de que entendi bem o que os cientistas fazem aqui, mas o trabalho que eles fazem produzirá grandes conseqüências, se conseguirem o que estão tentando", disse.

É verdade que, a cada vez que provoca a colisão de partículas, o CERN produz anti-matéria. E é verdade também que, com apenas um grama de antimatéria, é possível destruir a cidade do Vaticano e ainda um pedaço de Roma ao redor. Mesmo assim, a distância entre a ficção e a realidade ainda é de 1 milhão de anos, tempo necessário pra produzir esse um grama de antimatéria.

Em "Anjos e demônios", Tom Hanks faz o papel de um importante professor universitário americano que tenta impedir a destruição do Vaticano às vésperas de uma reunião de cardeais que vai eleger um novo papa. Pela primeira vez, ele repetirá um personagem, pois já tinha feito o papel do cientista em "O código da Vinci".

"Anjos e demônios" provoca uma polêmica na carreira do astro que tem uma biografia extraordinariamente tranquila para os padrões de Hollywood: nunca se envolveu em escândalos, tem um currículo amoroso discreto e se casou apenas duas vezes. Uma raridade na biografia dos superastros.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Médico não merecia a excomunhão, diz Vaticano

Em artigo publicado anteontem no "Osservatore Romano", jornal oficial do Vaticano, o bispo Rino Fisichella afirmou que o médico brasileiro responsável pelo aborto realizado na garota de nove anos abusada sexualmente por seu padrasto, em Pernambuco, não merecia a excomunhão, pois salvou sua vida.

A notícia é dos principais jornais do mundo como El País, La Repubblica, Il Corriere della Sera, 15-03-2009.

A nota do arcebispo, que preside a Pontifícia Academia para a Vida, causou surpresa, já que as regras da Igreja Católica ordenam a excomunhão automática em casos de aborto.

Como se dirigisse à garota, Fisichella escreveu: "Há outros que merecem a excomunhão e o perdão, não aqueles que salvaram sua vida e a ajudarão a recuperar a esperança e a fé".

O monsenhor avaliou que a vida da criança estaria em perigo se a gestação fosse levada adiante. E foi enfático em sua defesa, pedindo respeito ao médico e à mãe da garota, que são católicos e foram condenados publicamente. "Antes de pensar em excomunhão, era necessário e urgente salvar aquela vida inocente e trazer de volta sua dignidade, algo que, nós, da igreja, deveríamos ser experts e mestres em proclamar", disse.

Fisichella criticou o anúncio público de excomunhão feito pelo arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho no início do mês. Para ele, a garota "deveria ter sido, acima de tudo, compreendida e tratada com delicadeza para fazê-la sentir que todos nós, sem distinção, estamos ao seu lado".

O arcebispo diz que o aborto não-espontâneo é "sempre condenável pela lei da moral como um ato intrínseco do mal", mas não havia necessidade de tanta urgência e publicidade.

A menina passou pela cirurgia no dia 4. Estava grávida de gêmeos. Ela, a mãe e a irmã, de 14 anos, estão abrigadas em local não divulgado, sob tutela da Secretaria Executiva da Mulher. O padrasto, que confessou à polícia ter abusado da menina e da irmã por três anos, está preso. Não foi excomungado.

Unissinos


sábado, 7 de março de 2009

Comissão vaticana considera 'justa' excomunhão de médicos brasileiros

'Os gêmeos concebidos eram pessoas inocentes', disse cardeal.
Menina de 9 anos abortou na quarta-feira (4) em um hospital de Recife.

Da EFE

O presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina, o cardeal Giovanni Battista Re, considera "justa" a excomunhão dos médicos que praticaram legalmente um aborto de uma menina de 9 anos grávida de gêmeos após ter sido violentada pelo padrasto.

"É um caso penoso, mas o verdadeiro problema é que os dois gêmeos concebidos eram pessoas inocentes, tinham direito de viver", afirmou o cardeal em declarações publicadas neste sábado pelo jornal italiano "La Stampa", apoiando a atitude do aercebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho.

A interrupção voluntária da gravidez "sempre representa o assassinato de uma vida inocente e, para o código do direito canônico, quem pratica ou colabora diretamente com o aborto cai na excomunhão", acrescentou.

A menina de 9 anos abortou na quarta-feira (4) em um hospital público de Recife (PE), um dia depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, tentou convencer a mãe da menor a desistir da ideia.

O arcebispo anunciou pouco depois que os adultos que tiveram alguma participação no aborto incorreram em uma penalidade eclesiástica que é punida com a excomunhão.

"A Igreja (Católica) sempre defendeu a vida e tem que seguir fazendo isso sem se adaptar às correntes da época ou à oportunidade política", diz o cardeal Battista Re ao jornal italiano.

O chefe do departamento do Conselho Pontifício para a Família, Gianfranco Grieco, acredita que a Igreja não pode "trair" sua postura como a de defender a vida até seu fim natural, mesmo que seja um "drama humano como a violência sobre uma menina".

A missão da Igreja Católica "é a defesa da vida e, por isso, cada um de nós deve ter um comportamento de grande respeito a esta gravíssima dor", diz Grieco, em declarações ao mesmo jornal italiano.

"Os bispos predicam justamente o mistério da vida, enquanto o aborto não é uma solução, é um atalho", disse.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Holocausto: Peço perdão diante de Deus

O bispo fundamentalista Richard Williamson pediu «perdão diante de Deus» a todas as pessoas que magoou ao negar o holocausto, «refere a AFP».
Numa carta enviada ao Vaticano, publicada esta quinta-feira em Roma pela agência católica Zenit, o bispo Williamson, que chegou quarta-feira à Grã-Bretanha depois de ter sido declarado «persona non grata» na Argentina, lamentou «a dor» causada «em primeiro lugar à Igreja, mas também aos sobreviventes e aos parentes de vítimas que foram injustiçadas sob o III Reich».

Refira-se que Williamson é um dos quatro bispos cuja excomunhão foi suspensa pelo Papa a 24 de Janeiro. O religioso gerou polémica ao negar a existência das câmaras de gás e ao minimizar o holocausto em declarações a uma televisão sueca.

«Peço perdão diante de Deus a todas as almas que ficaram sinceramente escandalizadas com o que disse», afirmou, alegando «ter-se limitado a expressar a opinião de uma pessoa que não é historiadora».

IOL