Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Lula tem computador ligado em rede com Antônio Palocci e telefone via satélite com Dilma

Exclusivo - Assim que retornar de seus 20 dias de férias, curtindo a mordomia dada a ele pelo Exército no Forte dos Andradas, Luiz Inácio Lula da Silva vai inaugurar a forma virtual de governar. No apartamento dele, na Avenida Prestes Maia, em São Bernardo do Campo (SP), foi instalado um sistema de intranet que liga o computador pessoal do ex-Presidente ao do atual ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci Filho.

Fora do governo, graças à pós-modernidade eletrônica, Lula continuará “governando”. Além do sistema on line de Lula com o ministro-articulador mais poderoso do novo governo, a presidenta Dilma Rousseff permanece com o ex em sua cola. Lula e Dilma já têm à disposição um telefone exclusivo, via satélite, para contatos imediatos e muito reservados. O sistema é tão seguro, à prova de arapongagens, que sequer pode ser monitorado pelos técnicos do Gabinete de Segurança Institucional.

O governo paralelo de Lula-Dilma é uma novidade jamais antes vista na História deste País. Resta saber se a harmonia entre a criatura e seu criador conseguirá durar muito tempo. Se depender de Lula, sempre flexível, dura. O humor da Dilma, muito oscilante, é que pode colocar em risco o governo virtual de Luiz Inácio Lula da Silva.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

E agora Jacaré? Você decide...


o futuro da nação...

Você tem simpatia pelo regime Cubano, Venezuelano, Boliviano e Iraniano? Pois é, é isso que querem que o Brasil se transforme. Trocaria sua liberdade brasileira e democrática por uma vida de fugas, exílios, revoluções, opressão e guerras? Veja você mesmo. Não há dúvidas, as palavras saíram de suas próprias bocas, e a boca fala do que o coração está cheio. Que o Senhor tenha misericórdia desta Nação, de nossas vidas, famílias e filhos.



Contador de acesso grátis

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Cuidado com ele...


1. Campeão, o tenista Gustavo Kuerten presenteou-o com uma raquete e nunca mais foi o mesmo.

2. O boxeador Popó jamais venceu uma luta importante após presentear o petista com seu par de luvas.



3. O mega-star Lenny Kravitz até sumiu do show-business após presentear o petista com sua guitarra famosa.



4. O presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, foi ao Palácio do Planalto levar uma camisa do time, às vésperas da decisão da Copa do Brasil, em 2007, e na final aconteceu o que parecia impossível: perdeu o título para o Figueirense, em pleno Maracanã.



5. O Corinthians caiu para a segundona, logo depois do petista ser homenageado pela diretoria do clube com uma camisa 10 e seu nome grafado.



6. Antes de partir para a última Copa do Mundo, Roberto Carlos foi o único jogador a visitar Lula, levando para ele uma camisa da Seleção autografada pelos craques. O lateral-esquerdo ajeitava o meião quando Thierry Henry, nas suas costas, fez o gol francês que tirou o Brasil da final.



7. Após uma campanha espetacular na Copa Libertadores da América, o time do Fluminense recebeu a visita de Lula, antes da final com a LDU. O petista até posou para fotos exibindo a camisa do time. No jogo, em pleno Maracanã, o Flu perdeu três pênaltis e o título.


8. Há algumas semanas, a antes imbatível seleção masculina de vôlei esteve com o petista. Perdeu os dois jogos seguintes diante da torcida brasileira, e o título da Liga Mundial.


9. Lula, a caminho de Pequim, levando a sua 'bênção' para o maior favorito brasileiro nos Jogos Olímpicos, Diego Hypólito. Deu no que deu...



10. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, esteve com dirigentes do Coritiba no Aeroporto Afonso Pena participando de um pré-lançamento das medalhas comemorativas do Centenário do clube. Danou-se ....

11. Meus caros Amigos, podem acrescentar na lista o nome de Fábio Barreto, diretor de "Lula, o filho do Brasil"... Tá na UTI do Copa D'or entre a vida e a morte (e o filme está sendo um fracasso de bilheteria)



Finalmente, você já sabe.



Se um dia você encontrar com ele, saia correndo...

Atualizando a lista:
- Luiz Felipe Scolari o visitou em Brasília. 30 dias depois perdeu o cargo de treinador de um time da Inglaterra;
E

PARA TRANQUILIZAR A NAÇÃO RUBRO-NEGRA, VEJAM QUE NÃO FORAM SÓ NÓS OS PREJUDICADOS:

- O Flamengo foi Campeão Brasileiro de 2009 e um infeliz teve a má idéia de ir a Brasília e levou o Manto Sagrado para este homem. Resumo: O Flamengo perdeu o título do Carioca para seu eterno freguês, foi eliminado da Libertadores , e se a praga persistir, pode ir para a segundona este ano.

CUIDADO COM ELE
Pentecostal Web Radio

Contador de visitas e acessos gratis

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Paz entre as Nações

Você esta preparado? Se está, que venha essa paz tão almejada. Quando ela vier, quando disserem que a paz está instalada entre as nações, esteja ciente que serás destruído. Se não está preparado, a solução que é está Aqui.

1 Tessalonicenses 5:3
Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.




quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Brasil x Vaticano 2

Segundo pesquisa, favorecimento a uma crença faz fiéis discordarem de pacto do governo com o Vaticano

Pesquisa do instituto Ibope feita a pedido da organização não governamental Católicas pelo Direito de Decidir aponta que 75% dos católicos entrevistados discordam ou pelo menos têm restrições a um acordo fechado com apenas uma religião. O levantamento foi realizado para tratar do acordo bilateral assinado entre o governo brasileiro e o Vaticano, que agora tramita no Congresso.

Aprovada na semana passada pela Comissão de Relações Exteriores da Câmara, a proposta tem 20 artigos que criam um estatuto jurídico e dão direitos à Igreja Católica no Brasil. Entre outros pontos regulamenta a forma do ensino religioso nas escolas públicas, prevê que o casamento oficiado pela igreja, caso siga também as exigências do direito civil, tenha valor jurídico e estabelece que o Estado brasileiro vai ajudar a preservar os bens móveis e imóveis, como igrejas e obras de arte.

A pesquisa do Ibope, no entanto, mostra que a proposta de dar privilégios a uma única religião desagrada à maior parte dos entrevistados, mesmo aqueles que poderiam, em tese, ter seu credo beneficiado. Entre os católicos, 44% acreditam que um acordo bilateral não deveria existir porque o Estado brasileiro não tem religião oficial. Outros 31% acham que aprovar um acordo desse tipo desrespeita as demais religiões.

O porcentual sobe quando as perguntas são feitas a pessoas de outra fé, como os evangélicos. Mas é maior ainda entre aqueles que se dizem agnósticos, ateus ou de religiões com menos expressão no Brasil, como espíritas e budistas. Entre esses, 82% reprovam o acordo.

"É um acordo totalmente inadequado e absolutamente na contramão do processo histórico. A cultura brasileira é de enorme tolerância religiosa. Dar privilégios a uma única religião vai contra a Constituição", diz Maria José Rosado, coordenadora da ONG Católicas pelo Direito de Decidir.

Para a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), não há privilégios no acordo - a não ser pelo fato de que a religião católica é um Estado e, como tal, pode assinar um acordo bilateral com o governo brasileiro, o que não acontece com outras religiões. "A concessão de privilégios é uma mentira. Tudo o que está no acordo está na legislação brasileira. Se não agrada, então é preciso mudar a lei", diz dom Orani João Tempesta, presidente da comissão episcopal pastoral de educação, comunicação e cultura e arcebispo do Rio.

Já o Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), que divulgou ontem uma nota na imprensa, vê o acordo como discriminação às outras religiões. "O Estado é laico, não pode privilegiar ninguém. Eu não quero privilégios para os evangélicos, mas não pode um Estado teocrático fazer um acordo desses com um Estado democrático", afirma a o pastor Silas Malafaia, vice-presidente do Cimeb. O texto terá de passar pelas comissões de Educação, Trabalho e Constituição e Justiça, antes de ir ao plenário. Depois, o mesmo processo se repete no Senado.

Fonte

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Brasil x Vaticano


Apesar da oposição de igrejas cristãs tradicionais, igrejas evangélicas e grupos ateus, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou parecer recomendando a ratificação da Concordata firmada no final do ano passado entre o Brasil e o Vaticano. A proposta vem tramitando em regime de urgência, sob forte pressão da Igreja Católica, e, graças a um acordo de lideranças, poderá ser submetida à votação de plenário nos próximos dias. Se for aprovada, seguirá para o Senado.

Envolvendo temas que sempre deram margem a polêmicas, como ensino religioso nas escolas públicas de um Estado laico, os 20 artigos da Concordata assinada pelo presidente Lula e pelo papa Bento XVI foram negociados durante um ano. Sob a justificativa de reunir leis esparsas e dar forma jurídica a um intercâmbio que já existia, a iniciativa partiu do Vaticano. Durante as negociações, o Itamaraty recusou as propostas de oficialização de feriados católicos e permissão para a entrada de missionários em áreas indígenas, mas acatou as demais solicitações do Vaticano.

Além da questão do ensino religioso, três pontos do acordo merecem destaque. O primeiro é a concessão de isenção fiscal para rendas e patrimônio de pessoas jurídicas eclesiásticas. O segundo é a manutenção, com recursos do Estado brasileiro, do patrimônio cultural da Igreja Católica, como prédios, acervos e bibliotecas. O terceiro é isenção para a Igreja Católica de cumprir as obrigações impostas pelas leis trabalhistas brasileiras.

Independentemente de suas implicações morais, essas três concessões ao Vaticano esbarram em problemas jurídicos e são incompatíveis com o Estado laico que nossas Constituições consagram desde a proclamação da República, no final do século 19. A concessão de isenção fiscal para pessoas jurídicas eclesiásticas, por exemplo, pode abrir um perigoso precedente, pois as demais igrejas sentir-se-ão estimuladas a invocar o princípio da isonomia para exigir o mesmo benefício.

A Constituição, na alínea b do inciso VI do artigo 150, proíbe a União de instituir impostos sobre "templos de qualquer culto". Tributaristas alegam que o texto da Concordata é impreciso, abrindo campo para a ampliação do benefício, que poderia ser aplicado não só aos templos, mas a todos os negócios da Igreja Católica, que é dona de editoras, rádios e escolas. Além disso, que medidas legais poderão ser tomadas pelo Estado brasileiro no caso de mau uso da isenção fiscal de receitas e ativos da Igreja Católica?

No que se refere à manutenção do patrimônio cultural da Igreja Católica com dinheiro dos contribuintes - muitos dos quais, diga-se, são ateus ou seguidores de outras religiões -, os problemas jurídicos são ainda mais graves. O artigo 19 da Constituição é preciso ao determinar que o Estado não pode "subvencionar igrejas". E, mesmo que pudesse, faz sentido destinar recursos públicos para o custeio de bens que, segundo a Concordata, permanecerão sob gestão, custódia e salvaguarda de ordens religiosas? A Igreja Católica terá de se submeter à fiscalização dos Tribunais de Contas, como a lei brasileira prevê, ou gozará de autonomia, valendo-se da condição ambígua de ser formalmente subordinada ao Estado do Vaticano?

Por fim, ao eximir a Igreja Católica de obrigações trabalhistas, classificando a relação jurídica de padres e freiras como "vínculo não empregatício", sob a justificativa de que eles exercem uma função "peculiar", de "caráter apostólico, litúrgico e catequético", a Concordata comete dois pecados jurídicos. Além de dar tratamento privilegiado à Igreja Católica enquanto empregadora, violando o princípio da igualdade das partes perante a lei, ela não pode passar por cima dos dispositivos do artigo 5º da Constituição que asseguram o livre acesso à Justiça e determinam que "a lei não excluirá da apreciação do Judiciário lesão ou ameaça ao direito". Como é "cláusula pétrea", o artigo não pode ser revogado.

Evidentemente, as chancelarias do Brasil e do Vaticano estavam conscientes desses problemas quando negociaram a Concordata. Talvez tenha sido por esse motivo que o texto tenha ficado muito retórico. A retórica parece ter sido a estratégia para tentar contornar os problemas jurídicos mais gritantes do acordo firmado por Lula e Bento XVI.

Fonte

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Brasil dará financiamento de US$ 10 bilhões ao FMI, confirma Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje que o Brasil vai dar um financiamento de US$ 10 bilhões ao Fundo Monetário Internacional (FMI). De acordo com Mantega, os recursos serão repassados ao Fundo por meio de aquisição de bônus da instituição, que serão expressos em direitos especiais de saque, modelo que, segundo o ministro, existia antes e está sendo retomado agora.

"O Brasil vai colocar US$ 10 bilhões agora, e se for chamado, pode aportar mais US$ 4 bilhões para elevar o capital do FMI", explicou o ministro, repetindo algo que já dissera anteriormente: "Antes, nós pedíamos emprestado e agora, somos nós que emprestamos ao FMI".

O ministro da Fazenda explicou que o aporte ao FMI não reduzirá as reservas internacionais brasileiras e será realizado assim que a diretoria do fundo concluir a emissão do bônus que será subscrito não só pelo Brasil, mas também pela China (US$ 50 bilhões), pela Rússia (US$ 10 bilhões) e pela Índia, que ainda não anunciou o valor do aporte.

Mantega destacou que, dessa forma, os Brics (sigla para Brasil, Rússia, Índia e China) vão colaborar para reduzir a vulnerabilidade internacional.

Ele lembrou que, em abril, na reunião do G-20, o Brasil se comprometeu, em conjunto com outros países, a ajudar a elevar os recursos do FMI em até US$ 500 bilhões, para ajudar a suprir problemas de liquidez de alguns países que sentiram a crise global de forma mais acentuada.

Mantega explicou que a emissão do bônus é, na verdade, uma aplicação financeira dos recursos das reservas internacionais brasileiras. Ele disse que a maior parte dos recursos das reservas estão aplicados em títulos do Tesouro norte-americano, que estão rendendo pouco. E, o restante, está alocado em outras aplicações sólidas, como esta que será feita com o FMI.

Mantega disse que a vantagem do financiamento ao FMI é que esses recursos ajudarão os países emergentes que estão com escassez de capital neste momento de crise. Mantega destacou que é a primeira vez que o Brasil emprestará recursos ao FMI.

"O Brasil está encontrando condições de solidez para emprestar ao FMI. No passado, era o contrário", destacou Mantega, lembrando o período em que o Brasil teve de recorrer ao fundo para sair de outras crises.

O ministro destacou o fluxo de capital positivo no Brasil e o aumento das reservas internacionais. "Por isso, poderemos fazer essa transação com o FMI com tranquilidade", disse o ministro.

Ele disse que esse é o segundo passo importante tomado pelo Brasil ao decidir tornar-se credor do FMI. Ele lembrou que o convite foi feito no ano passado e que o Brasil aceitou por ter solidez econômica e recursos suficientes para fazer esses aportes. "Esses aportes são importantes para ajudar a encurtar a crise", disse.

Ele lembrou que alguns países estão reduzindo seus investimentos e o comércio exterior em função da retração econômica e por falta de recursos. Para Mantega, a ajuda brasileira poderá contribuir para a retomada do comércio mundial, com o que o Brasil também se beneficiará.

Ele lembrou que, em abril, na reunião do G-20, o Brasil se comprometeu, em conjunto com outros países, a ajudar a elevar os recursos do FMI em até US$ 500 bilhões, para ajudar a suprir problemas de liquidez de alguns países que sentiram a crise global de forma mais acentuada.

Lula

Mais cedo, em entrevista à agência Reuters, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia confirmado o empréstimo de US$ 10 bilhões ao Fundo Monetário Internacional.

"Ontem acertei com o ministro da Fazenda (Guido Mantega) US$ 10 bilhões", disse Lula. "Esse dinheiro entra como empréstimo e o fato de entrar como empréstimo não diminui as nossas reservas. O Brasil não poderia ficar de fora (da contribuição ao FMI)", acrescentou.

Segundo Lula, isso dá ao Brasil "autoridade moral para continuar" reivindicando mudanças "que nós precisamos" no FMI e em organismos multilaterais.

Fonte

Militar morre atingido por disparos na Granja do Torto, em Brasília

BRASÍLIA - O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República informou que um cabo morreu, no início da manhã desta quarta-feira, atingido por "disparos de armas de fogo envolvendo pessoal da guarda presidencial" na Granja do Torto, em Brasília.

Segundo o general Gonçalves Dias, do GSI, o tiro foi dado por um soldado. O gabinete não soube informar o que teria provocado o tiroteio. Por meio de nota, afirmou que o militar chegou a ser atendido no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo o Gabinete de Segurança Institucional, além de inquérito policial, foi aberto um inquérito policial-militar, que será comandado pelo Exército.

A Granja do Torto é uma das residências oficiais da Presidência. O presidente Lula não estava na casa no momento do tiroteio.

Fonte


quarta-feira, 3 de junho de 2009

Lula, Presidente do Banco Mundial


Quarta-feira, 3 de junho de 2009 | 6:10

Reinaldo Azevedo

QUEREMOS LULA NO BANCO MUNDIAL! NA VERDADE, EXIGIMOS

Segundo informação divulgada na revista Exame, o presidente dos EUA, Barack Obama, gostaria de ver Lula na presidência do Banco Mundial. Tomara que seja verdade e que ele aceite. Eu realmente espero que o sistema que o PT se organizou para combater evidencie a sua generosidade. Sem contar que sou obrigado a dizer: antes lá do que aqui. Quem sabe Obama faça pelo Brasil o que a diplomacia do país não conseguiu. Celso Amorim, até agora, só nos empurrou para o vexame e para a derrota. O presidente dos Estados Unidos pode, vá lá, nos acenar com esse regalo. Vocês imaginam o que essa possibilidade provocou nos petralhas.

Vieram como abelhas: “E aí, o que você vai dizer agora?” Eu? Já disse, bem lá atrás. Não sei se vai acontecer, mas faria todo o sentido. Obama é o Lula deles — e, por isso mesmo, muito mais instruído. Ambos nasceram especialmente talhados para o marketing. Conseguem, com impressionante habilidade, oferecer mais do mesmo como se liderassem uma revolução. E, claro, não imaginava tanto orgulho desses “esquerdistas” com a eventual ida de seu líder para uma das instituições antes satanizadas pelos “socialistas”.

Se Obama, com a proposta que apresentou, pode ser presidente dos EUA — e está lá —, Lula pode, sim, ser presidente do Banco Mundial. Não saberia descrever a gênese do processo, mas o fato é que a história tem os seus momentos. O “momento”, no mundo, faz desses “caras”, incluindo “o Cara”, os líderes. Ao presidente dos EUA e sua ainda liderança global se poderá perguntar daqui a pouco menos de quatro anos: “Fez um mundo mais seguro e realmente fortaleceu os valores universais da democracia?” Vamos ver que resposta se vai dar. Tenho cá as minhas hipóteses, não muito otimistas. Ao principal dirigente sul-americano — e o presidente do Brasil sempre o será —, pode-se, já agora, indagar: “Ajuda a fazer um continente mais democrático, mais tolerante, com mais justiça?” Comecem a responder olhando para a Venezuela, o Equador e a Bolívia…

Sei lá se essa história procede ou não. Torço para que seja verdade. O meu temor é que seja convidado e não aceite. Porque não poderia, à frente de uma instituição como aquela, usar alguns dos truques de prestidigitação política com que ilude os incautos e áulicos por aqui. Pra começo de conversa, não poderia ficar jogando em diretorias anteriores aquilo que o vulgo jogava na Geni. Mais: não poderá governar como uma soberano e terá de prestar contas de seus atos — não a uma oposição tíbia ou a um Congresso inexistente, mas um board com orientação técnica. Também duvido que a Teoria Geral da Bravata fizesse algum sucesso.

Mais: Lula precisa, digamos assim, do “calor humano” da massa a aplaudir seus supostos ineditismos. Obama demonstra que é amigo do Brasil, sem dúvida, se realmente estiver pensando nessa possibilidade. Mas tenho a impressão de que o ideal, para Lula, seria ser convidado e recusar — “O Homem que Rejeitou o Banco Mundial” —, fazendo de São Bernardo a sua São Borja, de onde poderá voltar para julgar os vivos e os mortos. Se Dilma vencer, ele será seu fiador, sempre mantendo a possibilidade de voltar. Se Serra vencer, será o comandante-em-chefe da tropa petista, dedicada, então, a cercar o governo. E desconfio ainda que ele considere a honraria pequena demais. Obama que se cuide… Sem contar que, a partir de agora, está decidido: Lula já foi convidado. Em sentido quase antropológico, essa gente não deixa de ser admirável.

Palanquismo

Falta ao Banco Mundial um elemento essencial para Lula: palanque. Ele é a perfeita encarnação — mas conseguiu sê-lo numa versão que a maioria da população considera benigna — de todos os defeitos que se atribuem normalmente aos políticos: pouco apreço pela verdade, fixação apenas nos próprios interesses, vaidade exacerbada, ausência de limites e certa impiedade. Mais: é um pragmático, e qualquer valor pode ser negociado para conquistar ou manter o poder.

Já o vimos a comandar, pessoalmente, a politização da doença de Dilma Rousseff, cruzando a linha do bom senso e do bom gosto. Ontem, afetando uma espécie de orgulho, sobrepôs a capacidade do Brasil — sob seu comando, é claro — de encontrar os destroços à devida solidariedade às famílias. Segundo disse, um país que acha petróleo a sete mil metros pode encontrar uma avião a 2 mil… A fala, em si, é uma bobagem, um despropósito, nem merece que se esmiúcem as diferenças entre uma coisa e outra. Mas esse não é mesmo o ponto. Há momentos em que o decoro pede distância do palanque, em que se espera do político justamente a sua face, vamos dizer, não política. Ocorre que esse Lula não existe. Nas vezes em que aparentemente se revelou, estava sob o orientação ou de Duda Mendonça ou de Franklin Martins. Aliás, convenham: Franklin é, assim, um Duda leninista, né?

Banco Mundial? Torço, mas duvido. Jamais me pegarão por excesso de otimismo…

quarta-feira, 20 de maio de 2009

É Curioso Demais Para não Reler

Comparações pertinentes

Diamantina, interior de Minas, 1914.
O jovem Juscelino Kubitschek, de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos. Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu Medicina e se especializou em Paris. Como presidente, modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e amantes; humilde e obstinado, é (e era) querido por todos.

Brasília, 2003.
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não ter estudado. Acha bobagem falar inglês. "Tenho diploma da vida", afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que ler é um hábito chato. Quando era sindicalista, percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje, ao que parece.

Londres, 1940.
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá. Tranqüilo, o rei avisa que não vai. Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha mais velha entra no exército britânico; como tenente-enfermeira, sua função é recolher feridos em meio aos bombardeios. Hoje ela é a rainha Elizabeth II.

Brasília, 2005.
A primeira-dama Marisa requer cidadania italiana – e consegue. Explica, candidamente, que quer "um futuro melhor para seus filhos".

E FUTURO DOS NOSSOS FILHOS?

Washington, 1974.
A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando. Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.

Brasília, 2005.
Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar. Ante as muitas provas, Lula repete o "eu não sabia de nada!", e ainda acusa a imprensa de persegui-lo. Disse que foi "traído", mas não conta por quem.

Londres, 2001.
O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia. Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo. Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia descobre e chama Blair, que vai sozinho à delegacia buscar o filho, numa madrugada chuvosa. Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.

Brasília, 2005.
O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso. O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu filhinho nessa "sujeira".
Qual sujeira?

Nova Délhi, 2003.
O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens. Adquire um excelente, brasileiríssimo BEM-195, da Embraer, por US$ 10 milhões.


Brasília, 2003.
Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio anglo-alemão. Gasta US$ 57 milhões e manda decorar a aeronave de luxo nos EUA.

E você, já decidiu o que vai fazer nos próximos cinco minutos?
Vamos repassar esse e-mail para a maioria dos nossos contatos?
Vamos dar ao BRASIL uma nova chance?
Ele precisa voltar para o caminho da dignidade.
Nós não merecemos o desgoverno que se instalou em nosso País e precisamos acordar e lutar antes que seja tarde.
Perca mais cinco minutos e converse com todos os seus amigos que não têm acesso a internet.

Aproveitando a oportunidade, vamos dar uma lição a todos os políticos adeptos da lei do Gerson e que não souberam honrar os votos que receberam na última eleição.


terça-feira, 19 de maio de 2009

Fábrica de automóveis chinesa vai instalar unidade no Brasil



São Paulo - A fábrica de automóveis chinesa Chery, uma empresa estatal da província de Xangai, vai se instalar no Brasil para produzir 150 mil carros por ano. Os chineses estão estudando locais para abrir a unidade no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Minas Gerais e no Ceará.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está desde segunda-feira na China, na segunda etapa da viagem à Ásia, que inclui ainda visita à Arábia Saudita e à Turquia.

Segundo Lula, sua visita à China tem o objetivo de fortalecer a parceria estratégica entre o Brasil e aquele país, que está centrada em três importante setores: comércio, cooperação científica e coordenação em questões internacionais.

Fonte