Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
Mostrando postagens com marcador universo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador universo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Documentário de Stephen Hawking sobre o Universo

Apresentamos o documentário em que Stephen Hawking explica a sua visão particular de inteligência existente no Universo.

Reprodução Contínua das 7 Partes



Contador de visitas

terça-feira, 15 de setembro de 2009

360 graus interativo com vista panorâmica sobre o céu à noite inteira

Um trabalho com 1.200 fotos desenvolvido pelos astrônomos do Observatório Europeu do Sul, no Chile, permite explorar e experimentar o universo como se fosse visto a olho nu, dos melhores locais de visualização do mundo.

Milky Way
A imagem da esfera celeste é a primeira de três imagens de alta resolução, apresentada no projeto Zoom GigaGalaxy da ESO.
O projeto busca lmostrar o céu a todos para que possam ver o profundo e "escondido" cosmos que os astrônomos estudam diariamente.
Ele possui uma ferramenta que permite aos usuários, um mergulho de tirar o fôlego em nossa Via Láctea. Os usuários também podem aprender sobre as funcionalidades, apreciar as multi-coloridas nebulosas, ver estrelas explodindo apenas clicando sobre elas.


A projeção coloca o espectador na frente da nossa galáxia com o plano galáctico funcionando horizontalmente através da imagem - quase que como se estivéssemos olhando para a Via Láctea a partir do exterior.
Milky Way
Serge Brunio (l) passaram semanas em captação de imagens do céu do Chile e criação de um trabalho de tirara respiração (R)
Desse ponto de vista, os componentes da nossa galáxia espiral se vê claramente, incluindo o seu disco como mármore, com nebulosas escuras e brilhantes que abrigam estrelas jovens, bem como o núcleo da galáxia e seus satélites.
A produção cuidadosa desta imagem surgiu como uma colaboração entre o ESO, o escritor francês Serge, o astrofotógrafo Brunier e seu colega francês Frédéric Tapissier.
Brunier passou várias semanas durante entre agosto de 2008 e fevereiro de 2009 na captura das imagens do céu, principalmente a partir de observatórios do ESO em La Silla e Paranal, no Chile. 


A fim de cobrir a faixa da Via Láctea, Brunier também fez uma viagem a La Palma, uma das ilhas Canárias, para fotografar os céus do norte.
A imagem resultante, agora disponível em
-->Gigagalaxyzoom, é composto por quase 300 campos capturado individualmente por Brunier por quatro vezes, totalizando quase 1.200 fotos que englobam o céu da noite inteira.
"Eu queria mostrar um céu que todos veee e que posam se relacionar, com suas constelações, suas milhares de estrelas, qye tem seus nomes conhecidos desde a infância, seus mitos compartilhados por todas as civilizações desde que se tornaram Homo Sapiens", diz Brunier.
"A imagem foi feita, portanto, como o homem vê com uma câmera digital regulada sob o céu escuro no deserto do Atacama e em La Palma.
Os criadores do projeto GigaGalaxy Zoom tem esperança de que estes enormes esforços em trazer o céu à noite, como observado nas melhores condições no planeta para irá inspirar a admiração pelo belo e imenso Universo que nós vivemos

"A visão do visa ajudar as pessoas a redescobrir o seu lugar no Universo, diz o coordenador do projeto Henri Boffin.

A segunda imagem dramática GigaGalaxy Zoom serão revelados na próxima semana, em 21 de setembro de 2009.
-->Fonte

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

'Planeta suicida' parece prestes a mergulhar em estrela


WASHINGTON - Astrônomos descobriram o que parece ser um gigantesco planeta suicida. O mundo está tão próximo de sua estrela que produz gigantescas mates no gás superaquecido do astro. Essas marés, por sua vez, estão afetando a órbita do planeta.

Ilustração de um planeta do tipo 'Júpiter quente', o mesmo do novo mundo descoberto

Divulgação

Ilustração de um planeta do tipo 'Júpiter quente', o mesmo do novo mundo descoberto

O resultado é uma dança da morte, na qual o planeta descreve uma espiral que o levará, finalmente, a mergulhar na estrela.

É uma morte lenta, ao menos em termos humanos. O planeta, Wasp-18b, pode ter ainda um milhão de anos pela frente, disse o descobridor do novo mundo, Coel Hellier, astrofísico da Universidade Keele, na Inglaterra. A descrição do planeta suicida está na edição desta semana da revista Nature.

"Ele está causando a própria destruição, ao provocar essas marés", disse Hellier.

A estrela é chamada Wasp-18 e o planeta, Wasp-18b, porque foram ambos descobertos pelo programa Wide Angle Search for Planets (Busca de Ânglo Amplo por Planetas).

O planeta orbita a estrela na constelação da Fênix e está a cerca de 325 anos-luz da Terra, o que significa que está na vizinhança galáctica.

O planeta está a 3 milhões de quilômetros de sua estrela, ou 2% da distância que separa a Terra do Sol. Por conta disso, sua temperatura é de 2.100º C.

Seu tamanho - dez vezes do de Júpiter, que é 11 vezes maior que a Terra - torna sua morte provável, disse Helier.

A descoberta de um planeta suicida é algo tão raro que o astrônomo Douglas Hamilton, da Universidade de Maryland, questiona se não haveria outra explicação para a presença de Wasp-18b. Hamilton diz que é possível que os resultados de alguns cálculos que os astrônomos se acostumaram a usar estejam errados, e que esse planeta seja a prova. A resposta será conhecida dentro de uma década, quando estará claro se o planeta realmente está mergulhando numa espiral suicida.

Fonte

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Vai começar a busca por Galáxias de Antimatéria

19/08/2009
Vai começar a busca por Galáxias de Antimatéria
AMS - Espectrômetro Magnético Alfa, um detector de partículas espacial.[Imagem: MIT]

Caçada inédita

Os ônibus espaciais estão prestes a se aposentar. Se nada mudar na política norte-americana para o espaço, e as coisas por lá andam mudando muito rapidamente, não restam mais do que sete voos para as emblemáticas naves espaciais.

Mas, como o Steve Jobs costuma dizer em todas as suas apresentações, há mais um detalhe...Um ato do Congresso norte-americano, de 2008, adicionou um voo extra para os ônibus espaciais, que está agendado para ser um dos últimos. Atualmente marcado para 2010, esse voo extra irá iniciar uma caçada inédita: a busca por Galáxias de Antimatéria.

Antimatéria, Matéria Escura e Strangelets

O equipamento que fará a caçada é chamado AMS Alpha Magnetic Spectrometer - Espectrômetro Magnético Alfa. O AMS é um detector de raios cósmicos de US$1,5 bilhão que será instalado na Estação Espacial Internacional.

Além de detectar galáxias distantes formadas inteiramente por antimatéria, o AMS testará a teoria da Matéria Escura, uma substância misteriosa e invisível que compreende 83% de toda a matéria no Universo.

E ele também irá procurar por strangelets, uma forma teórica de matéria que seria ultramaciça por conter os chamados quarks estranhos. Um melhor entendimento das strangelets irá ajudar os cientistas a estudar microquasares e minúsculos buracos negros primordiais conforme eles evaporam, o que poderia comprovar se eles de fato existem.

Raios cósmicos de alta energia

Todos esses fenômenos exóticos podem manifestar sua presença por meio dos raios cósmicos de altíssima energia que eles emitem - o tipo de partículas que o AMS é insuperável em detectar.

"Pela primeira vez, o AMS irá medir os raios cósmicos de alta energia de forma muito precisa," explica o Dr. Samuel Ting, ganhador do Nobel de Física em 1976. Foi ele quem idealizou e dirige todo o desenvolvimento e construção do AMS desde 1995.

Descobrindo o inimaginável

Galáxias de antimatéria, matéria escura, strangelets - todos esses são fenômenos que os cientistas já conhecem. Se a história pode servir de guia, contudo, as descobertas mais interessantes serão de coisas que ninguém ainda sequer imaginou.

Da mesma forma que os radiotelescópios e o telescópios de infravermelho revelaram fenômenos cósmicos invisíveis aos telescópios ópticos, o AMS irá abrir uma outra faceta do cosmos para a exploração.

"Nós iremos explorar territórios totalmente novos," diz o Dr. Ting. "As possibilidades de descobertas saltam para fora dos gráficos."

Vai começar a busca por Galáxias de Antimatéria
Visão aérea do CERN, onde está instalado o LHC. O AMS é uma espécie de LHC do espaço. [Imagem: CERN]

AMS - Espectrômetro Magnético Alfa

O Dr. Ting frequentemente compara o AMS com os gigantescos aceleradores de partículas, como o LHC. Em vez de detectar raios cósmicos que atravessam a galáxia em alta velocidade, esses aceleradores fabricam suas próprias partículas localmente utilizando quantidades tremendas de energia elétrica.

Para estudar as partículas, tanto o LHC quanto o AMS empregam o mesmo princípio básico: os dois usam fortes campos magnéticos para desviar as partículas a fim de que conjuntos de placas de silício e outros sensores localizados no interior dos detectores rastreiem as partículas em suas rotas curvadas por aqueles campos magnéticos.

Esses sensores despejam terabytes de dados, que são triturados por supercomputadores em busca de informações sobre a massa, a energia e a carga elétrica das partículas.

Supercomputador espacial

O supercomputador é uma das razões pelas quais o AMS deve ser montado na Estação Espacial Internacional, em vez de ser uma sonda espacial independente.

O AMS produzirá dados em volume grande demais para serem transmitidos para as estações em terra. Por isso, ele deve conter seu próprio supercomputador, com 650 CPUs, para ser capaz de triturar os dados em órbita.

Em parte devido ao funcionamento desse supercomputador, o AMS exige 2,5 kW de potência - muito mais do que os painéis solares de um satélite podem fornecer, mas que se encaixam confortavelmente nos 100 kW de energia disponível na Estação Espacial Internacional.

"O AMS é basicamente um detector de partículas multitarefa levado para o espaço," diz Ting.

Diferenças entre o AMS e os aceleradores de partículas

Contudo, há duas importantes diferenças entre o AMS e os aceleradores de partículas subterrâneos.

Primeiro, o AMS irá detectar partículas com núcleos pesados, com energias muito mais altas do que os aceleradores de partículas conseguem produzir. O mais poderoso acelerador de partículas do mundo, o LHC, pode colidir partículas com uma energia combinada de cerca de 7 tera-eletronvolts (TeV, uma forma de medir energia na física das partículas). Por sua vez, os raios cósmicos têm energia de 100 milhões de TeV e até mais.

A segunda diferença importante é que os aceleradores arremessam as partículas umas contra as outras para estudar as próprias partículas, enquanto o AMS irá coletar partículas de alta energia vindas do espaço com o objetivo de aprender mais sobre o cosmos, e não sobre as próprias partículas.

Onde está a antimatéria?

Nessa busca de aprendizado está, por exemplo, um antigo mistério na cosmologia, a chamada antimatéria faltante, que nunca foi encontrada.

Segundo os melhores modelos já construídos pelos físicos, o Big Bang deve ter produzido igualmente matéria e antimatéria. Então, para onde foi toda a antimatéria? Ela não pode estar nas redondezas porque, se estivesse, nós veríamos brilhantes emissões de raios X onde a antimatéria entrasse em contato com a matéria ordinária, aniquilando-a.

Vai começar a busca por Galáxias de Antimatéria
Concepção artística do AMS já instalado na Estação Espacial Internacional. [Imagem: NASA]

Galáxias de antimatéria

Uma explicação poderia ser que algumas galáxias distantes são feitas inteiramente de antimatéria, em vez de matéria. Como a antimatéria tem exatamente a mesma aparência que a matéria, os astrônomos não são capazes de dizer se uma galáxia é feita de matéria ou de antimatéria simplesmente olhando para ela.

Entretanto, o AMS poderá encontrar fortes evidências de galáxias de antimatéria se ele conseguir detectar mesmo um único núcleo de anti-hélio ou um elemento pesado de antimatéria.

As colisões entre raios cósmicos nas proximidades da Terra podem produzir partículas de antimatéria, mas as chances de que essas colisões produzam um núcleo intacto de anti-hélio são tão incrivelmente pequenas que a descoberta de um único núcleo de anti-hélio será uma forte evidência de que o núcleo chegou à Terra vindo de uma região distante do Universo dominado pela antimatéria.

Fronteira do Universo

Outros instrumentos, como o satélite italiano Pamela, procuraram por núcleos de anti-hélio, mas nenhum desses instrumentos era sensível o suficiente para descartar a existência de galáxias de antimatéria. O AMS terá uma capacidade 200 vezes maior de coletar partículas do que qualquer outro experimento anterior.

Se o AMS não detectar núcleos de anti-hélio, o Dr. Ting afirma que os cientistas saberão que não existem galáxias de antimatéria num raio de 1000 megaparsecs - o que equivale, mais ou menos, à fronteira do Universo observável.

O que é Matéria Escura?

Outro mistério que o AMS ajudará a resolver é a natureza da Matéria Escura. Os cientistas acreditam que a grande maioria do Universo é na verdade feita dessa Matéria Escura invisível, em vez da matéria ordinária.

Eles apenas não sabem o que é essa Matéria Escura.

A teoria dominante afirma que a Matéria Escura é feita de uma partícula chamada neutralino. Colisões entre neutralinos devem produzir um grande número de pósitrons de alta energia. O AMS poderá comprovar se a Matéria Escura é feita de neutralinos procurando por esse excesso de pósitrons de alta energia.

"Pela primeira vez, será possível descobrir do que é feita a Matéria Escura," diz o Dr. Ting.

Então, fique ligado aqui no Inovação Tecnológica - principalmente quando o AMS permitir a descoberta daquilo que sequer imaginamos.

Fonte

Contador de acessos

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Explosões do Sol

Ulisses Capozzoli

Quase sempre, de forma indefinida, nos mantemos à espera do futuro. Mas, com freqüência maior que estamos dispostos a acreditar, o futuro já chegou.

Não nos damos conta de um fluxo, a “seta do tempo” que, ao menos de um ponto de vista psicológico, escava uma fenda contínua e nos mantém aparentemente separados do passado e do futuro.

O futuro à frente, como se fosse a proa de um barco imenso, e o passado atrás, como a popa da embarcação do tempo.

Nos mantemos à meia-nau, para utilizar uma expressão clássica das navegações portuguesas, e esse parece ser o presente.

A meia-nau, normalmente a posição dos aposentos do capitão, tem a vantagem de ser o ponto mais confortável.

Ao menos quando o barco “caturra”, ou seja, navega contra o vento, e soca incessantemente o mar com golpes violentos de proa.

Se o vento é de “través”, ou seja, lateral, pouca diferença faz abrigar-se à meia-nau, na proa ou na popa.

A tempestade não poupa ninguém

Nas navegações do futuro, que já integram o presente, daí as percepções difusas que temos no oceano do tempo, o vento é mais complexo e perigoso.

O vento solar, uma chuva de partículas letal a uma tripulação espacial, deve ser previsível com a maior antecedência e acuidade possível. Com isso, a tripulação pode recolher-se em abrigos bem protegidos e esperar a tormenta passar.

Os observatórios Stereo, da Nasa, lançado em 2006, conseguiram, nesta semana, fazer a primeira observação mais precisa estrutura tridimensional de uma explosão solar.

Um sistema binário, o Stereo, como um par de olhos humanos (em vez de um único que equiparia os Ciclopes, figuras mitológicas a que Homero se refere na Odisséia) é capaz de fazer paralaxe e, assim, criar a noção de tridimensionalidade.

As imagens com precisão inéditas obtidas pelo sistema Stereo devem permitir, com maior facilidade, a previsão de futuras tempestades solares. Essa é uma conquista vital tanto a astronautas/cosmonautas do presente (a bordo da estação espacial, ou nos ônibus espaciais americanos e as naves russas Soyuz) quanto do futuro.

Explosões solares, seguidas de poderosas lufadas de vento, resultam do mecanismo nuclear no coração tanto do Sol quanto de outras estrelas (vento estelar).

O Sol, em particular, é uma gigantesca bomba de hidrogênio (“queima” 600 mil toneladas desse gás a cada segundo para produzir hélio e eliminar o excesso de massa sob a forma de energia) atuando há 5 bilhões de anos.

Do reator de fusão do coração solar, onde a temperatura atinge 15 milhões de graus Celsius, a energia ascende numa viagem lenta até a superfície solar e daí flui para todo o Sistema Solar até interagir com os domínios de estrelas vizinhas (heliosfera).

Mas a ascenção da energia está sujeita a contrações produzidas pelo poderoso campo magnético do Sol.

Eventualmente, linhas magnéticas retêm esse fluxo de energia e, então, no ponto em que a linha emerge, na superfície solar, forma-se um ponto escuro onde as temperaturas são menores que nas áreas circunvizinhas.

Mas, quando essas linhas se “rompem”, o fluxo interrompido de energia é rapidamente restabelecido e o que ocorre são explosões imensas, com o que os físicos solares chamam de ejeção da massa coronal.

Pontes chamejantes de plasma, a matéria solar, alcançam altitudes de até 500 mil quilômetros (mais que a distância média entre a Terra e a Lua) e então despencam espetacularmente de volta à superfície do Sol.

O Sol tem um período médio de 11 anos, entre um máximo e um mínimo, nas explosões e esse processo afeta intimamente o ambiente terrestre.

Explosões mais intensas não só produzem auroras polares (quadros bizarros de luzes que tingem o céu em elevadas latitudes) até derrubar linhas de transmissão de energia e interromper transmissões de dados de satélites.

As explosões solares podem até derrubar objetos em órbita da Terra, como aconteceu com o Solarmax, ironicamente um observatório destinado a observar as explosões do Sol.

Neste momento estamos reiniciando um ciclo de explosões (com ligeiro atraso) e o que deve acontecer num período de 5,5 anos é uma seqüência de poderosas explosões com manchas escuras aparecendo na superfície da estrela.

Essas manchas, eventualmente, podem ser observadas a olho nu, no momento do pôr-do-sol, quando a atmosfera mais espessa, para um observador que contempla esse fenômeno, faz com que apenas os comprimentos de onda vermelhos, menos energéticos, atravessem a atmosfera da Terra.

Isso faz com que o Sol não só possa ser observado a olho nu, como faz dele uma majestosa esfera rubra, como uma gigantesca moeda em fusão.

Disso tudo, apenas dois cuidados para eventuais observadores.

Proteja-se sempre sob o Sol, na praia ou em trabalhos do campo, entre outros.

E jamais observe o Sol com um equipamento óptico (binóculo ou telescópio). Isso pode queimar sua retina e produzir cegueira.

Um risco de nunca mais voltar a observar o céu.

Fonte